Tag Archives: destaque

Marrocos: dia 6, do médio Atlas à costa atlântica

Hoje foi dia de transição. Depois de darmos uma volta a pé para ver cascatas (giras, mas nada de especial) e irmos ver a famosa barragem que segundo lemos fornece 25% da energia de Marrocos rumámos a Eussaouire na costa atlântica.
Consta que é famosa pelos seus pintores e pelo vento bom para o surf e windsurf e pelo que já vimos não faltam galerias de arte, quanto ao vento, felizmente nem ponta.
E agora está na hora de dormir no nosso quarto de 35€ transformado em suíte familiar no palazo desdemona

  

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Marrocos: dia 5, médio Atlas

Deixámos fez em direção à costa. O caminho leva-nos pelo médio Atlas através de um planalto acima dia mil metros com paisagens vermelhas semeadas de calhaus. As povoações variam entre aldeias pobres de casas por rebocar e cores e grandes cidades de trânsito caótico. Hoje vimos um motociclista no chão no meio de uma rotunda agarrado a uma perna, um carro que entrou por um passeio acima e um motociclista com um atrelado com cinco metros de caixas de plástico virou-se a circundar a rotunda onde íamos entrar. Ainda fiz marcha atrás por precaução. Além disso fiz a minha parte a criar faixas de trânsito onde não existiam. Falta-me dominar a arte da buzina, me não suporto barulho.
Por aí veem-se menos burros mas em contrapartida ve-se muita gente a tentar apanhar boleia seja a que hora for e nas estradas mais escuras.
Fizemos algumas paragens rápidas mas o dia foi quase todo a seguir em frente e agora estamos nas cascade de ouzud num alojamento a 50 metros das ditas cujas, mas chegámos já de noite por isso ainda não as vimos.

  

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Marrocos, dia 4: fez

Fez para cima, fez para baixo foi o menu de hoje.
A medina é enorme e muito inclinada e podíamos passar uma semana a descobrir coisas novas neste labirinto mas ficámos contentes com o que vimos, especialmente as famosas (e mal cheirosas) tinturarias. Não são tão coloridas como nas fotos turísticas mas valem bem que se pague uns dirahs a quem tenha um terraço por perto para ver.
Agora descansamos as pernas para daqui a pouco irmos a uma espécie de micro Taberna comer umas espetadas.
algures no meio de fez

 

 

 

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Marrocos: dia 3, meknes e chegada a fes

Hoje chegámos a meknes para o primeiro grande “embate” com Marrocos, em Meknes tem mais de um milhão de habitantes.
A medina de meknes é gigante, escura, com aspecto velho e em muitas partes cobertas. Nada a ver com a de Chefchaouen.

Numa das laterais fica a praça em frente ao palácio imperial (na foto) onde decorria um mercado e onde o que mais nos surpreendeu foi um “combate” de boxe entre garotos de cerca de dez anos, com direito a apostas.

Seguimos para fez já de noite e nos cerca de 60 quilómetros de viagem devemos ter passado umas operadora l operações stop, uma constate em Marrocos.

A chegada a fez foi épica! Seguindo o GPS a todo o vapor entrámos pela medina adentro 200 metros até ficarmos entalados. Fomos socorridos pela equipa de tradutor+arrumador+carregador+amigos entre outros peões que nos ajudaram a fazer marcha atrás, estacionar e chegar ao alojamento. Tudo por um preço justo, claro.
Seguimos o nosso carregador medina adentro até chegarmos à rua principal…

Lembram-se de ter dito que a medida de meknes era grande? Ahahah, pobre inocente!

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Marrocos, dia 2: chefchaouen

Chegámos a chefchaouen ainda com luz. A cidade branca e azul na encosta da Montana oferece uma bela vista.
Entrámos no caos e parámos onde conseguimos. O plano era procurar o das antonio, o alojamento mais bem cotado no Booking e ver se ainda havia quarto (não sabíamos se íamos cá passar a noite por isso não reservámos).
Con a ajuda do maps.me fomos à caça o que nos levou a atravessar a medina (cidade antiga), a nossa primeira da viagem. Ruas estreitas, muitas pessoas, cheiros e lojas fazem um enorme labirinto inclinado que dá gosto atravessar. No fim, o prêmio: um quarto no dar Antônio. Conhecer o famoso Antônio (italiano), ver o quarto, estacionar mais perto com a ajuda imprescindível dos arrumadores, comer uns cuscuz,e está o dia feito.

  

 

  

 

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Marrocos, dia 2: de Ceuta a jebah a chefchaouen

chegámos cedo à foi fronteira e só com dois carros à nossa frente o que se traduziu em meia hora (e muitos carimbos) para entrar em Marrocos.
A entrada por Ceuta é triunfante e calma. Uma excelente estrada leva-nos pela costa ao longo de uma costa de mar tranquilo e translúcido. Aqui e ali belas casas do um ar de férias e boa vida.
Ao fim de uma hora afastamos-nos da costa para ir a tetoun onde para grande sorte nossa era o dia do mês em que os berberes descem da no montante para ir vender os seus produtos. Quem nos disse foi o senhor de mota que se cruzou connosco por total casualidade!
Fomos lentos a perceber a tanga. Só D demos por ela quando passados 10 minutos o moço continuava a dar-nos explicações de como chegar à medina. Tanga apanhada, num momento em que ele ia à nossa frente, ele saiu da rotunda e a dizer-nos para o seguimos, nós saímos na saída anterior e tandem da cidade que nem chegámos a visitar.
Voltámos à costa e continuamos até jebah, bela terrinha piscatória onde se comia sardinha assada como se não ouvesse amanhã. Nós ficámos pelo tajin de peixe.
Depois começámos a subir a serra em direção a chefchaouen onde estamos agora.
A paisagem é rural e pouco habitual para nós europeus. Há muita gente a fazer-se transportar de burro, mas aldeias as feiras estão ao longo das ruas e os clientes ocupam toda a estrada fazendo a travessia das aldeias uma aventura. Mas terras maiores, maior o caos e a confusão e a necessidade de uma condução de mestre de Kong fu.
Em chefchaoue a coisa acalma. Apesar de muito carro e confusão, há passeios inteiros e as pessoas não precisam de andar no meio da estrada….
(Continua..)

 
 

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Marrocos, dia 1

E eis que o dia que há tanto tememos ia chegando hoje, mas eis que ao último telefonema que a bateria permitiu lá conseguimos uma pensão miserável onde dormir. Carrito, ainda não é hoje que fazemos companhia durante a noite.
Ceuta não é grande e pelos vistos hoje é um dos festivo para os muçulmanos e os marroquinos vieram em peso às compras a Ceuta. Resultado: está tudo mais que cheio.
Mas voltemos um bocado atrás, ontem descemos até Tavira onde passámos a noite na mui bela pousada da juventude, que por 30€ o quarto duplo é um achado.
Foi levantar e seguir para Algeciras onde após ignorarmos vários moços que queriam que parrássemos o carro para nos tentarem vender bilhetes fomos directos à bilheteira da frc, e duas horas depois: África!
Quer dizer, isto é continente africano mas é como se estivéssemos na península (como eles aqui dizem) mas com um bocadinho mais de muçulmanos.
E por hoje está feito. Amanhã logo de manhã, atacamos a fronteira.

 

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Bálticos, dias 12,13 e 14: vilnius e arredores

Estabelecemos base em casa da Gyta e passámos os últimos dias a “molengar” por perto. Vilnius é uma cidade calma com muito espaço. Ruas largas e Praças arejadas. Este fim de semana tivemos as festas da cidade. 4 ou 5 palcos com concertos a tarde e noite todas. Muitas bancas de comida e muita, muita gente. Na sexta foi dia de início de aulas e os pais estão dispensados do trabalho para irem com os filhos à apresentação. Fomos ao super mercado comprar umas buchas para o almoço e a cerveja ficou na caixa porque neste dia não se pode comprar álcool no super-mercado… mas pode-se beber na festa… Enfim, segundo percebemos uma lei de um governo que tem uma ministra da saúde que diz que a SIDA é um castigo de deus.
Ainda deu para ir fazer um treino de orientação num bosque perto numa zona com pouca visibilidade e que dificultava a leitura do mapa. Simpático, mas faltavam pedras 😀.
Fomos ver um museu do kgb e ficámos a conhecer um bocado melhor a história do pais. Sem contar invasões anteriores, a Lituânia fazia parte do acordo secreto entre Hitler e Estaline como ficando para os soviéticos. Estes com a desculpa de proteger a Lituânia dos alemães, colocaram cá tropas que acabaram por invadir a Lituânia e impor o regime comunista. Posteriormente Hitler quebrou o acordo e invadiu a Lituânia, tornando-a palco de guerra entre os invasores. No fim da guerra continuou sob domínio soviético até ao fim do regime em 1991. Isso tudo com muitas deportações e e execuções à mistura..
Este fim-de-semana houve um Lituânia-Escócia em futebol e acho até não ficou ninguém de guarda. Vieram todos, e de kilt passadinho a ferro.
Também deu para ir fazer uma visita ao castelo de Trakai que fica numa ilhota em um dos milhentos lagos da zona.

 

 

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Bálticos, dia 11: de volta a Vilnius

Hoje é dia de voltar a vilnius e reencontrar a Gyta.
Pelo caminho ficou a visita a uma antiga base de mísseis nucleares da união soviética. Para a sua construção trouxeram soldados da eslovenia para evitar que a informação sobre a base fosse divulgada. Na zona ninguém sabia da base nem dos seus 4 mísseis apontados à Europa.
Passámos também pela famosa colina das cruzes. Dezenas ou centenas de milhares de cristos crucificados. Já tinha visto fotos, mas não há foto que dê uma imagem correcta do local. Foi várias vezes destruída pelo regime soviético mas novas cruzes eram colocadas até que foram finalmente abandonadas as tentativas de destruir o local (não sei se ainda durante i regime soviético ou depois)
E por fim Vilnius, a Gyta e … Dormir.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Bálticos, dia 10: de novo até à fronteira

Apanhámos o ferry em klaipeda para chegar à quase-ilha que protege toda a baía onde se encontra klaipeda. É uma longa faixa de terra com acesso ao mar do lado lituano mas que a meio tem fronteira com o exclave russo de Kaliningrado onde liga ao continente. Claro que fomos até à fronteira ver o que se passava e ao aproximar-mo-nos, a pé, da fronteira levámos com um guarda fronteiriço lituano de dois metros que nos disse “impossible” quando dissémos que andávamos só a ver se vistas.
Esta quase-ilha representa mais de metade da costa lituana e para aceder, além do ferry, tem de se pagar 5 euros (20 no verão) o que a torna numa zona de acesso só a alguns o que se pode ver no aspecto das casas.
É um pequeno paraíso com uma longa praia de areia branca ao longo dos seus +-40 quilómetros e com dunas com mais de 50 metros de altura.
Andamos por aqui a molengar o dia todo e depois seguimos para a costa e avançámos uns quilómetros para o interior que amanhã é dia de ir ter com a Guyta a Vilnius.

 

 

 

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 5.0/5 (2 votes cast)