Pelas Espanhas, dias 8 e 9: ainda por cap de creus/cadaqués.

Atenção! Redord batido, 3 dias inteiros no mesmo sitio!
Foram 4 dias no campismo de cadaqués.
Ainda fizemos outro dia de kayak, desta vez para sul, para a baía de cadaqués e as suas inúmeras praias de água azul celeste.
Entre dias de kayak fizemos um dia de descanso que acabou comigo a correr pela serra :-/ graças a um conjunto castelo/mosteiro/aldeia enfiado serra acima.
Mas nem só de coisas boas se vive por aqui. Ontem houve um incêndio que obrigou a cortar a única estrada de saída aqui da terrinha, mas felizmente por aqui não se viu mais nenhum sintoma do incêndio.
Entretanto o calor começa a apertar por aqui e vamos, finalmente, subir aos Pirenéus à procura de ares mais frescos.

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Pelas Espanhas, dia 7: cap de creus

Ontem quando chegámos a Cadaqués , que fica longe de tudo, às oito da noite e vimos os magodes de pessoas a passear na rua vimos a nossa vida a andar para trás, mas curiosamente havia um espacito para nós no campismo.
Cadaqués , famosa pelo seu museu de Dali tem também uma bela localização junto ao cap de creus, ?cabo a cruz?, que dista cerca de quarto quilómetros por mar, além disso, do parque de campismo à praia onde se consegue meter o kayak no mar são 2 minutos de carro e 20 metros do carro ao mar. Melhor seria difícil.
Fizemos a ida direta ao fim para gerirmos melhor o tempo na volta. A ideia era ir até ao cabo onde há uma pequena gruta onde se entra com o kayak. Passámos a gruta e páramos num belo porto natural onde comemos e tomámos belos banhos 🙂
Na volta passámos na gruta e em todas as belas enseadas, praias e afins que tínhamos deixado por ver. Todas não, que o mar acinzentou e pareceu-nos boa opção não sermos apanhados pela chuva e trovoada no mar, que chegaram poucos minutos depois de termos chegado ao fim.
Sai um belo almoço de carne argentina no xiriguinto junto ao estacionamento e siga de carro para o farol para ver a vista de cima.
Chegados lá, eis que avisto um belo caminho pelas encostas junto ao mar com uma placa no início a indicar “para Cadaqués”. Segundo o moço do posto de informação seriam 8 kms. Toca a equipar, e siga para o caminho enquanto a João veio de carro de volta para o campismo.
Foram 7 quilómetros em modo fast hiking/trail running maravilhosos com vista para todas as praias que tínhamos visto de kayak. Eram já sete da noite e de vez em quando as marcações nao eram as melhores. Claro que não faltarem mais uns mergulhos 🙂
Escusado será dizer que dormi que nem um … Gajo morto de cansaço.
cap de creus

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Pelas Espanhas, dia 6: girona e arredores

Deixámos Barcelona em direção a Badalona para finalmente conhecermos a biblioteca onde a Lupe trabalha. A biblioteca ocupa o edifício de uma antiga fábrica de têxteis e é, por isso, muito espaçosa e agradável e cimo se não fosse suficiente, fica a 2 minutos a pé da praia (ver foto). Lupe! Eu de trabalhasse aí, ao mar ante de entrar, à hora de almoço, depois de sair e ainda inventava idas à casa de banho!
De seguida fomos a Girona, cidade de que não tinha ideia nenhuma mas que me encheu as medidas com a sua majestosa muralha, catedral, ruas, edifícios antigos e ainda um percurso de orientação permanente cujo mãos recolhemos no turismo.
Seguimos para a costa não sem antes passar por algumas aldeias antigas e muito bem preservadas onde se pode passar um bom bocado a simplesmente pasmar. Não me lembro do nome de nenhuma e não me apetece ir verificar. Quando chegar a casa, de não me esquecer venho aqui acrescentar….
Girona

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Pelas Espanhas, dia 5: Montserrat e arredores

Hoje pusemo-nos a caminho de Barcelona para ir visitar o Pruden e a Lupe, amigos do peito que conhecemos num campismo na Eslovênia há cerca de 10 anos e com quem nos encontramos regularmente.
Pelo caminho passámos por Solsona, simpática terrinha com ar medieval e por Cardona onde há um impressionante castelo que foi o último a cair na guerra que por volta de 1700 a Catalunha perdeu e a deixou sob o domínio espanhol.
Mas a jóia da coroa foi montserrat de que já tínhamos ouvido falar mas não tínhamos ideia do tamanho. Pensávamos que era um mero mosteiro no alto de uma simples montanha. Pelos vistos tínhamos uma ideia muito errada de ambos. O mosteiro é um conjunto arquitectónico de onde sobressai um impressionasse catedral e a montanha serrat é muito curiosa com a sua silhueta em forma de serra.
Claro que isso é tudo muito giro mas o que foi fixe mesmo foi reencontrar o Pruden e a Lupe com a mesma boa disposição que tinham há dois anos quando os vindos pela última vez 🙂
Montserrat

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Pelas Espanhas, dias 3 e 4: mongost de mont rebei

Há uns anos o Pruden falou-me deste tesouro escondido da Catalunha e cá estamos nos para o ver.
Como podem ver pelas fotos, aqui caminha-se com 2 escadas de madeira bem verticais e também se ainda de kayak.
Ontem fizemos o percurso a caminhar, hoje de kayak. Ambos bem regados com mergulhos no rio.
Curioso que quem gosta tanto de montanha como eu, ter medo de alturas. Aquelas escadinhas não foram fáceis :p
xxx

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Por Espanha, dia 2: há dias à noite que o melhor é não sair da cama de manhã..

Ou algo do gênero.
Hoje foi dia de comer quilômetros até a um dos objetivos das férias: congost de mont rebei.
Foi o dia todo a conduzir sem estória até nos aproximarmos do destino quando entrámos tempestade adentro. Tendo em consideração que, como de costume, tínhamos de chegar ao destino e procurar campismo as coisas não pareciam interessantes.
Ligámos o raio a tempo de ouvir que o centro da tempestade estava na direção que queríamos tomar o que nos obrigou a algumas manobras evasivas.
Chegados ao destino fomos direto ao campismo mais perto que o maps.me indicava onde chegámos com uma ventania de arrancar tendas do chão. Sem grande convicção fizemos o checkin 5 minutos antes de uma chuvada de levar tendas à frente.
Bah, não há de ser nada, na pior das hipóteses não montados tenda e dormimos no carro. Siga para duche e jantar signo desse nome que hoje merecemos.
Ao fim do belo repasto a chuva eo vento tinham parado e estava uma bela noite de verão.
Há manhãs à tarde que não devemos sair da cama à noite, ou algo do gênero, mas não foi o caso de hoje.
parque de campismo algures

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Por Espanha, Dia 1: improviso 1 – plano 0

O plano hoje era fazer quilômetros e chegar a Urbión ou quem sabe a Urbesa, mas ao passar por castelo branco vimos publicidade ao museu do gargaleiro.
Entre museu e almoço gastamos mais de 3 horas e a possibilidade r atravessar Espanha. Ficamos por jert perto do circo de gredos. Ainda estamos muito baixo, 500 m mais coisa menos coisa e o calor faz-se sentir, mas como chegámos ao fim do dia já dava para respirar e ainda deu tempo para ir mandar um mergulho.
Amanhã seguimos caminho em direção sua Pirineus… Mais coisa menos coisa. :p
campismo de jert

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Serra del Aire e de los Candeeiros

Nota: para apreciar a leitura deste post tanto como apreciei escreve-lo a sua leitura deve ser acompanhada desta banda sonora:

Este fim-de-semana estive pela serra del Aire e de los Candeeiros.

Na sexta fui até Las Pedreiras onde houve um belo trail de 20km e com uns terríveis 1000m de desnível. Faltou atravessar um ribeiros para a coisa ser perfeita, mas o granizo que apanhámos deu para compensar um bocado 😛

O trail começava e acabava num simpático parque de campismo que tive o prazer de apreciar calmamente enquanto comia a minha bifana ao som da suave chuva que caia. Belo e calmo lugar, tenho de lá voltar.

Total distance: 19519 m
Max elevation: 527 m
Min elevation: 182 m
Total climbing: 817 m
Total descent: -813 m
Average speed: 9.15 min/km
Total Time: 03:32:08
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TODAS AS FOTOS AQUI

 

No sábado fiz pausa da serra para descansar as pernas mas nos domingos voltei.

Estacionei o carro perto da nascente do rio La Lena e arranquei em modo fast hiking (caminhada/corrida pela montanha para quem não tem paciência para cheirar as flores todas). Passei pelas três nascentes do rio e segui em direcção a La Fornea onde o rio, outro rio, não o La Lena,  corria com vontade. Subi à cova de la velha, onde após me colocar em roupa interior, mergulhei na simpática poça que se gera dentro da cova. Chegava ao pescoço e não estava muito fria 🙂

Desci em figura de tolinho só de cuecas e de t-shirt até à queda de água mais abaixo onde voltei a tentar tomar banho, mas aí a água era pouca e não deu para grande coisa. Mesmo assim curti o jacuzzi 🙂

Vesti-me e arranquei direito a La Alcaria e meti-me por um caminho que segue o rio Alcaide que corre num jeitoso canyon em direcção a El Porto Del Mós. Já há algum tempo que queria ver se dava para unir essas duas terras pelo rio.

Ainda segui um bocado, primeiro pelo alto e depois junto ao rio mas tive de desistir quando arames farpados e sinais de gado começaram a surgir. Subi até à estrada em direcção à tasca da Maria de Los Queijos onde um fui avistado por um moço conhecido e tive direito a almoçar com companhia dele e da esposa (a montanha é gira, mas com companhia é ainda melhor).

Total distance: 13708 m
Max elevation: 385 m
Min elevation: 146 m
Total climbing: 649 m
Total descent: -662 m
Average speed: 10.08 min/km
Total Time: 05:11:13
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Almoço despachado foi correr estrada abaixo até ao carro e acabar o dia. Quer dizer acabar a corrida porque depois fui até Porto Del Mós, bela terrinha de montanha por onde passa o rio Del Lena e que tem um maravilhoso café no meio do jardim. Demoraram mais de uma hora para me atender apesar de terem passado por mim duas duzias de vezes, mas eu estava lá para apreciar um belo livro e não tinha pressa 🙂

mas mas, dizem vocês, Porto Del Mós não é uma terra de montanha, está para aí a 100 metros de altitude e além disso chama-se Porto de Mós!

Sim sim, pois pois, respondo eu. Não é, mas parece. Para mim todas as terras pequenas com um rio de água translucida a passar pelo meio e com montanhas à vista,  merecem o estatuto de terra de montanha, e eu é que decido. Especialmente este fim-de-semana em que decidi que havia de aproveitar a Serra de Aire e Porto de Mós como se não ficasse aqui mesmo ao lado e como se estivesse com feeling de férias.

Quando estamos de férias, e de especialmente quando estamos longe, estamos mais atentos ao que nos rodeia, apreciamos mais. Este fim-de-semana decidi olhar a nossa pequena Serra de Aire e Candeeiros e a bela vila de Porto de Mós com os olhos que costumo usar nos Pirenéus e foi muito bom. É a mesma coisa? eh pá, não! nem por sombras. Mas foi mesmo muito bom e diverti-me muito!

Um brinde à nossa Serra del Aire, ao Rio Del Lena e a Porto del Mós!

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Marrocos, dia 10: de volta à península

E já vamos no meio mar.
Foi preciso esperar pelo último dia para temos um percalço (ainda que misero) nos nossos planos.
A francesa que nos alojou na noite anterior disse-nos que tinha demorado cinco horas a atravessar a fronteira há cerca de mês, por isso previdentes e às 7h40 já estávamos na fila para passar mas contra todas as expectativas a coisa foi rápida e quarenta minutos depois estávamos despachados e antes das 8h30 estávamos na fila para apanhar o ferry das 9h00. Chegámos a cedo que fomos os primeiros… e únicos.. durante largos minutos… Até nos lembramos que em Espanha era uma hora mais tarde…e eram já quase 10h00 próximo ferry era só meio-dia. Lá se foi a hipótese de almoçar em Portugal. Mas em troca tivemos mais tempo para ver ceuta, incluindo o príncipe, bairro onde se desenrola a acção da série com o mesmo nome me que é bem mais interessante na série que ao vivo…

 

 

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Marrocos, dia 9: Rabat

Apanhámos o eléctrico em Salé e atravessamos o rio para ir visitar Rabat, a capital de Marrocos.
Foi uma manhã bem passada a caminhar calmamente desde o mausoléu de II até ao forte na foz do rio.
Pelo caminho passámos pelos inevitáveis souk e medina; em Marrocos parece que estamos constantemente na festa de senhora de Matosinhos.
Depois de mais um almoço versão snack, como sempre, em local que a ASAE fecharia, seguimos em direção a ceuta.
Passámos a noite num empreendimento turístico ainda do lado marroquino mesmo em cima do mar. Infelizmente chegámos já de noite e saímos cedo cedo e com tal não deu para apreciar, mas toda esta zona tem bom aspecto para quem gosta de férias de praia: nenhuma confusão, bons hotéis, mar maravilhoso e perto qb de Chefcahouen, o Óbidos cá do sítio.

  

 

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Cláudio nas Nuvens