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Pelas Espanhas, Dias 16 e semi-17 : Adeus até ao nosso regresso

Urbasa, o planalto das vacas 🙂

Infelizmente o tempo está curto e temos de ir embora, por isso há pouco tempo para conviver com as vacas, enfim fica para a próxima.

Saímos de Urbasa em direção ao Pais Basco (se espirrarmos em Urbasa ouve-se no Pais Basco) e passámos por Zegama.. ah pois! 😛
Para a próxima voltamos durante a prova que assim sem trailers não tem grande magia.

O dia acabou em Ribadeo mesmo à porta da Galiza logo após as Asturias onde devíamos mergulhar na bela Praia das Ilhas, jantar e bazar. Mas o jantar acabou tarde e o bazar ficou para a manhã seguinte. A noite foi passada em campismo selvagem entre carrinhas/auto-caravas junto ao farol, foi maravilhoso, assim como o foi o mergulho da madrugada seguinte com o sol a nascer no mar e a água a … gelar 😛

Mas antes disso passámos por Bilbau, e pronto, não há palavras. Há museus e depois há o Guggenheim de Bilbau, ainda por cima com uma exposição magistral da Joana Vasconcelos. 

Não devia passar tanto tempo sem lá irmos…

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Pelas Espanhas, dia 14 e 15: últimos cartuchos pelos Pirineus

Ontem foi dia de subir pelo parque de madaleta acima: belas vistas, muita água e algumas marmotas.
Para fechar a visita ao vale com chave de ouro fomos comer um belo chuleton a Benasque ao restaurante de um moço de Gijon que já foi 3 vezes à Nazaré 🙂
De seguida pusemo-nos a caminho do vale do Roncal para ainda ir jantar à venda do Juan pitu, que infelizmente fecha cedo e já não deu para comer 🙁
Montámos acampamento no parque de campismo de ibaza, e hoje depois de uma voltas já estava na hora de “pituar” o que fizemos tendo por “vizinhos” uns bascos porteiros de um lado e do outro um obcecado com a poluição humana que acha que não se deve viajar porque polui muito e que basta ver televisão porque podemos visitar tido sem poluir. Só ali estava porque a filha e a neta iam e ele pouco acrescentava à poluição que elas iam causar. Medo!
Entretanto começa a ser tempo de dar corda aos sapatos e ir aproximando de Portugal.
Agora já estamos nos pré-pirineus, ou no nosso caso nos pós-Pirineus, em Urbasa.

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Pelas Espanhas, dia 12: de Andorra a Sort

Depois da tareia de ontem, hoje era dia de sentar o cu no carro e conduzir até ao parque de Ordesa. Antes só faltava passar pelo vale de Sorteny.
Claro que as coisas nunca são assim tão rápidas e uma visita rápida de carro transformou-se em cinco horas com direito a cadeiras-teleférico que nos levaram à fronteira com França e umas belas vistas. Tivemos ainda direito a passar mais de uma hora a ver marmotas 🙂
Saímos de Andorra já depois das quatro da tarde e só conseguimos chegar a Sort, o que foi uma chatice pois assim fomos obrigados a ir jantar a um belo tasco que conhecemos há cinco anos quando por aqui andámos. Uma chatice, pá!

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Pelas Espanhas, dia 11: coma pedrosa

O que eu gostava mesmo era que fizessem as montanhas um bocado mais baixas. Hoje andei na montanha mais de oito horas para chegar ao coma pedrosa, o ponto mais alto de Andorra com 2942 metros. Sai dos 1560 e só percorrido cerca de 7 quilômetros para fazer os cerca de 1400 metros de desnível. É uma inclinação média de 20℅. Um verdadeiro tareão!
Tão grande que não sei se vou ter forças para fazer mais alguma caminhada digna desse nome estas férias. A ver vamos. Amanhã é dia de fazer quilômetros de carro porque não vai haver forças para mais nada.

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Pelas Espanhas, dia 10: Andorra

Já passámos por Andorra várias vezes mas nunca cá parámos, podemos, por isso, dizer que é uma estreia.
Estamos neste momento no campismo de xiripiti.. Mais coisa menos coisa a 1400 metros de altitude. Agora é de noite e está um frio do catano, o que contrasta um bocado com as noites anteriores em cadaques onde não se dormia com calor.
O nosso campismo é na base do parque nacional de comapedrosa, o nosso subiu de amanhã.

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Pelas Espanhas, dias 8 e 9: ainda por cap de creus/cadaqués.

Atenção! Redord batido, 3 dias inteiros no mesmo sitio!
Foram 4 dias no campismo de cadaqués.
Ainda fizemos outro dia de kayak, desta vez para sul, para a baía de cadaqués e as suas inúmeras praias de água azul celeste.
Entre dias de kayak fizemos um dia de descanso que acabou comigo a correr pela serra :-/ graças a um conjunto castelo/mosteiro/aldeia enfiado serra acima.
Mas nem só de coisas boas se vive por aqui. Ontem houve um incêndio que obrigou a cortar a única estrada de saída aqui da terrinha, mas felizmente por aqui não se viu mais nenhum sintoma do incêndio.
Entretanto o calor começa a apertar por aqui e vamos, finalmente, subir aos Pirenéus à procura de ares mais frescos.

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Pelas Espanhas, dia 7: cap de creus

Ontem quando chegámos a Cadaqués , que fica longe de tudo, às oito da noite e vimos os magodes de pessoas a passear na rua vimos a nossa vida a andar para trás, mas curiosamente havia um espacito para nós no campismo.
Cadaqués , famosa pelo seu museu de Dali tem também uma bela localização junto ao cap de creus, ?cabo a cruz?, que dista cerca de quarto quilómetros por mar, além disso, do parque de campismo à praia onde se consegue meter o kayak no mar são 2 minutos de carro e 20 metros do carro ao mar. Melhor seria difícil.
Fizemos a ida direta ao fim para gerirmos melhor o tempo na volta. A ideia era ir até ao cabo onde há uma pequena gruta onde se entra com o kayak. Passámos a gruta e páramos num belo porto natural onde comemos e tomámos belos banhos 🙂
Na volta passámos na gruta e em todas as belas enseadas, praias e afins que tínhamos deixado por ver. Todas não, que o mar acinzentou e pareceu-nos boa opção não sermos apanhados pela chuva e trovoada no mar, que chegaram poucos minutos depois de termos chegado ao fim.
Sai um belo almoço de carne argentina no xiriguinto junto ao estacionamento e siga de carro para o farol para ver a vista de cima.
Chegados lá, eis que avisto um belo caminho pelas encostas junto ao mar com uma placa no início a indicar “para Cadaqués”. Segundo o moço do posto de informação seriam 8 kms. Toca a equipar, e siga para o caminho enquanto a João veio de carro de volta para o campismo.
Foram 7 quilómetros em modo fast hiking/trail running maravilhosos com vista para todas as praias que tínhamos visto de kayak. Eram já sete da noite e de vez em quando as marcações nao eram as melhores. Claro que não faltarem mais uns mergulhos 🙂
Escusado será dizer que dormi que nem um … Gajo morto de cansaço.
cap de creus

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Pelas Espanhas, dia 6: girona e arredores

Deixámos Barcelona em direção a Badalona para finalmente conhecermos a biblioteca onde a Lupe trabalha. A biblioteca ocupa o edifício de uma antiga fábrica de têxteis e é, por isso, muito espaçosa e agradável e cimo se não fosse suficiente, fica a 2 minutos a pé da praia (ver foto). Lupe! Eu de trabalhasse aí, ao mar ante de entrar, à hora de almoço, depois de sair e ainda inventava idas à casa de banho!
De seguida fomos a Girona, cidade de que não tinha ideia nenhuma mas que me encheu as medidas com a sua majestosa muralha, catedral, ruas, edifícios antigos e ainda um percurso de orientação permanente cujo mãos recolhemos no turismo.
Seguimos para a costa não sem antes passar por algumas aldeias antigas e muito bem preservadas onde se pode passar um bom bocado a simplesmente pasmar. Não me lembro do nome de nenhuma e não me apetece ir verificar. Quando chegar a casa, de não me esquecer venho aqui acrescentar….
Girona

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Pelas Espanhas, dia 5: Montserrat e arredores

Hoje pusemo-nos a caminho de Barcelona para ir visitar o Pruden e a Lupe, amigos do peito que conhecemos num campismo na Eslovênia há cerca de 10 anos e com quem nos encontramos regularmente.
Pelo caminho passámos por Solsona, simpática terrinha com ar medieval e por Cardona onde há um impressionante castelo que foi o último a cair na guerra que por volta de 1700 a Catalunha perdeu e a deixou sob o domínio espanhol.
Mas a jóia da coroa foi montserrat de que já tínhamos ouvido falar mas não tínhamos ideia do tamanho. Pensávamos que era um mero mosteiro no alto de uma simples montanha. Pelos vistos tínhamos uma ideia muito errada de ambos. O mosteiro é um conjunto arquitectónico de onde sobressai um impressionasse catedral e a montanha serrat é muito curiosa com a sua silhueta em forma de serra.
Claro que isso é tudo muito giro mas o que foi fixe mesmo foi reencontrar o Pruden e a Lupe com a mesma boa disposição que tinham há dois anos quando os vindos pela última vez 🙂
Montserrat

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