Category Archives: Viagem

Sud express: dias 6 e 7, Burgos

E eis-nos em Burgos onde vamos acabar a viagem e apanhar o sud express de volta a pombal.

Desde que chegámos tivemos a assessoria do ruben dos questões da mais alta importância nomeadamente sobre o que e onde comer e beber.

Foi em burgos que passámos o ano: a João a dormir e eu na rua com meia dizia de gatos pingados. A tradição por aqui é passar o ano em casa com a família.

Só por volta da uma, duas a mais sai à rua em direção aos bares e discotecas onde ficam até de manhã. Nós fomos para a “casa das musas”, pequeno bar alternativo onde o ruben ia passar música. Não ficámos até de manhã mas batemos o nosso record de muitos anos.

Agora é quase meia noite do dia 1. O sud express chega a pombal por volta das cinco e meia onde a kangoo nos espera para nos levar a casa onde após um banho e uma sesta seguimos para o trabalho.

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Sud express: dias 4 e 5: donostia

O plano para donostia era simples: estávamos alojados na cidade velha na ponta este da baía por baixo do
monte urgull e queríamos fazer toda a baía até ao sopé do
monte igueldo onde um ascensor nos levaria ao topo.

A passeata ao longo da baía decorreu sem estória. A água é azul e calma, os edifícios jeitosos e o ambiente calmo. Já o topo do igueldo é curioso: todo ele é ocupado por um parque de diversões que tem cerca de 100 anos e onde as diversões parecem não ter muito menos. Gostámos especialmente da levada circular com cerca de 200 metros onde impelidos pelo desnível barquitos para quatro pessoas circulavam.

Foi um dia passado a caminhar (12 km) e a comer pintxos. Fomos a mais de meia dúzia de bares :p

Isso foi ontem, hoje já sem pernas e com menos tempo (autocarro para burgos às 16h00) “só” tivemos tempo para ir visitar o imperdível museu que ficava mesmo atrás do nosso alojamento, a
pensão koxka que apesar dos seus diminutos quartos tem tudo o que é necessário: simpatia, limpeza, localização. O bilhete (6 euros) pode ser usado durante todo o dia o que dá muito jeito que o museu é muito grande e interromper a visita para ir comer uns pintxos é uma excelente ideia.

Agora estamos no autocarro pasta burgos onde vamos passar o ano na companhia do ruben, amigo de linha data com quem estamos quase todos os anos pelo menos uma vez. Este ano vai ser duas.

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Sud express: dia 3, de hondarribia a donostia

“Já posso morrer” disse a João depois de provar a tarte de queijo no “la vina”, bar cujo nome acabei de confirmar sem sair da cama no hotel onde estamos, na rua 31 de dezembro mesmo no meio da zona velha de donostia.

Mas estou a adiantar-me. O dia começou por volta das 9h00 em hondarribia numa ” padaria lenta ” onde conhecemos um italiano casado com uma basca e a sua filha-dinossauro. Foi ele que nos falou de são Pedro e são Juan (esta segunda onde morou Vítor Hugo), duas terrinhas piscatórias nas margens do pasaia. Era suposto haver muitos sítios para pintxar, mas estava quase tudo fechado. No entanto valeu bem a pena o passeio. Comemos num belo bar “cutre” e cheio de locais e o passeio de são Juan (onde se chega em 2 minutos de barquito) ao mar foi 5 estrelas.

A viagem de autocarro entre hondarribia e donostia é bastante prática com paragens bem localizadas. Ao todo não andámos mais de 500 metros sem contar a paragem em são Pedro. Aí foram 1,5 km para cada lado.

Já em donostia instalados na pequena mas muito agradável pensão koxka, fizemos o plano de ataque aos bares que passou por 3 ou 4, muitos pintxos, muito txakolin e tarte de queijo para acabar, aquela boa de morrer…

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Sud express: dia 2, hondarribia

Finalmente salvos! Viva Espanha.. Mas já lá vamos. Comecemos pelo princípio.

Ontem devido a uma série de três mini azares passámos o dia sem mapa e como tal não nos apercebemos que havia um palácio envolvido por uma zona verde que merecia uma visita o que fizemos logo pela manhã.

De seguida ainda deu para mandar um mergulho no mar e depois foi bazar em direção a Espanha para almoçar que por hendaye não se passa nada. Passar de hendaye, França para hondarribia, Espanha não podia se mais fácil. Apanha-se uma penichete no porto de Hendaye que por 1,50€ e 10 minutos nos coloca em hondarribia mesmo em frente da zona dos restaurantes e bares.

E parece que passámos do fim do mundo diretamente para o meio. Tantos bares com balcões cheios de tapas e pintxos que é difícil escolher.

A frase “descobri músculos que não sabia que tinha” aplica-se por aqui na versão “descobri papilas gustativas que não sabia que tinha” tal é a riqueza e diversidade de sabores dos pintxos (quentes).

Viva Espanha .. Ou melhor, viva o país basco.

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Sud express: dia 1, Hendaye

Esteve um belo dia de verão gelado e passámo-lo a percorrer o belo areal de um lado para o outro.

Apesar da terrinha ser gira tem o movimento do pedograo. Querem alguma coisa aberta? Azar, não temos.

Destacam-se:

– as belas mansões vitorianas (não faço ideia se são, mas soa bem)

– o complexo da decatlhon de investigação e desenvolvimento de material de água. Não se visita (digo eu) mas dá para espreitar e a loja tem o material todo. :p

– o hotel onde ficámos 🙂

Há ainda um palácio que vamos tentar visitar amanhã que também promete…

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Sud express: dia 0

São 9h30 da manhã. Já passámos vitória e vamos a caminho de San Sebastian.

Já vamos com quase 10 horas de viagem e apesar de muito quentinho (tive de me colocar em t-shirt) o comboinho (nome técnico) não é especialmente confortável e a noite foi um bocado difícil, mas calma. É que apesar das cadeiras serem um bocadinho reclináveis, isto está tudo um bocado velho e a maior parte drogas, não mexe.

Daqui a pouco mais de uma hora chegamos a Hendaya, já em França onde vamos diretos ao hotel deixar as mochilas e vamos diretos à praia 🙂

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Pelas Espanhas, Dias 16 e semi-17 : Adeus até ao nosso regresso

Urbasa, o planalto das vacas 🙂

Infelizmente o tempo está curto e temos de ir embora, por isso há pouco tempo para conviver com as vacas, enfim fica para a próxima.

Saímos de Urbasa em direção ao Pais Basco (se espirrarmos em Urbasa ouve-se no Pais Basco) e passámos por Zegama.. ah pois! 😛
Para a próxima voltamos durante a prova que assim sem trailers não tem grande magia.

O dia acabou em Ribadeo mesmo à porta da Galiza logo após as Asturias onde devíamos mergulhar na bela Praia das Ilhas, jantar e bazar. Mas o jantar acabou tarde e o bazar ficou para a manhã seguinte. A noite foi passada em campismo selvagem entre carrinhas/auto-caravas junto ao farol, foi maravilhoso, assim como o foi o mergulho da madrugada seguinte com o sol a nascer no mar e a água a … gelar 😛

Mas antes disso passámos por Bilbau, e pronto, não há palavras. Há museus e depois há o Guggenheim de Bilbau, ainda por cima com uma exposição magistral da Joana Vasconcelos. 

Não devia passar tanto tempo sem lá irmos…

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Pelas Espanhas, dia 14 e 15: últimos cartuchos pelos Pirineus

Ontem foi dia de subir pelo parque de madaleta acima: belas vistas, muita água e algumas marmotas.
Para fechar a visita ao vale com chave de ouro fomos comer um belo chuleton a Benasque ao restaurante de um moço de Gijon que já foi 3 vezes à Nazaré 🙂
De seguida pusemo-nos a caminho do vale do Roncal para ainda ir jantar à venda do Juan pitu, que infelizmente fecha cedo e já não deu para comer 🙁
Montámos acampamento no parque de campismo de ibaza, e hoje depois de uma voltas já estava na hora de “pituar” o que fizemos tendo por “vizinhos” uns bascos porteiros de um lado e do outro um obcecado com a poluição humana que acha que não se deve viajar porque polui muito e que basta ver televisão porque podemos visitar tido sem poluir. Só ali estava porque a filha e a neta iam e ele pouco acrescentava à poluição que elas iam causar. Medo!
Entretanto começa a ser tempo de dar corda aos sapatos e ir aproximando de Portugal.
Agora já estamos nos pré-pirineus, ou no nosso caso nos pós-Pirineus, em Urbasa.

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Pelas Espanhas, dia 12: de Andorra a Sort

Depois da tareia de ontem, hoje era dia de sentar o cu no carro e conduzir até ao parque de Ordesa. Antes só faltava passar pelo vale de Sorteny.
Claro que as coisas nunca são assim tão rápidas e uma visita rápida de carro transformou-se em cinco horas com direito a cadeiras-teleférico que nos levaram à fronteira com França e umas belas vistas. Tivemos ainda direito a passar mais de uma hora a ver marmotas 🙂
Saímos de Andorra já depois das quatro da tarde e só conseguimos chegar a Sort, o que foi uma chatice pois assim fomos obrigados a ir jantar a um belo tasco que conhecemos há cinco anos quando por aqui andámos. Uma chatice, pá!

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