Category Archives: Viagem
Açores: Dia 8, dia de visitar o Peter
Passar os dias de poça em poça é muito cansativo por isso hoje decidimos fazer uma pausa e ir visitar o Peter à Horta.
Açores: dia 7, primeiro dia sem despertador
Açores: dia 6, a transição

Hoje foi dia de acordar quase nas calmas. Não há trabalho mas já voo por isso ainda não estávamos completamente à vontade.

Açores: dias 1 a 5, o lufa lufa


Roménia: rezumat final
E chegou ao fim a aventura romena! Ia com alguma ansiedade em relação ao que iria encontrar. Quão seguro seria este país, que tão má imagem tem em Portugal? Qual a qualidade dos alojamentos, das estradas, dos restaurantes. Afinal, é a Roménia. Esse país de Leste! E toda a gente sabe que os países de leste são … esquisitos.
Gostei tanto que era uma zona onde voltava sem dificuldade. Não só porque ficaram algumas coisas por ver como gostei tanto de alguns sítios, especialmente Cluj, que não me importava de repetir e até acrescentaria Cluj à lista de cidades onde não me importava de viver… se tivesse mar.
A Roménia aconselha-se? Não sei, porque não a vimos toda, mas a Transilvânia e arredores, oh pa, sim! Podem lá ir à confiança!

Roménia, dias 13, 14: cluj napoca
Cluj revelou-se uma surpresa. Das cidades que já visitamos um pouco por toda a Europa e não só, cluj é capaz de ser a que mais cafés/bares/restaurantes interessantes tem por metro quadrado. São às dezenas, desde os rústicos, aos metaleiros, aos steam-punk, aos minimalistas, aos chiques. Assim como vimos em Budapeste, existem pátios de antigos prédios de habitação transformados em aglomerados de bares.
O ambiente é calmo apesar de movimentado. Muitos são laptot-friendly e vê-se muito pessoal a estudar.
Também tem um belo, e único na europa, museu dedicado ao steam-punk.
Caro aluno a caminho de Erasmus, se te aparecer Cluj como hipótese, dá-lhe uma hipótese. Isto tem potencial.








Roménia, dia 12: salinas de Turda
Não é bem a nossa praia, mas como as salinas de Turda estavam altamente recomendadas decidimos ir ver o que se passava.
Bem, nunca vimos nenhuma gruta parecida e dúvido que alguma vez venhamos a ver.
Além de salas e salinhas, material usado para mineração do sal, portas e outras cenas interessantes, a mina vale pela sala principal que deve ter uns cem metros de comprimido por outros tantos de altura. Lá dentro cabe um pequeno lago onde se anda de barco, um campo de mini golf, mesas de ping pong, um anfiteatro e até uma pequena roda gigante.
Além disso está muito bem decorado com mobiliário urbano de madeira que lhe dá ainda um ar mais misterioso. É um must.
O dia ainda deu para irmos ver uma garganta perto. Fica alojada entre dois penedos de calcário muito escaláveis. Pelo meio corre um pequeno ribeiro ao longo do qual se faz uma bela caminhada. Nada de extraordinário mas agradável qb.
No fim do dia chegámos a Cluj Napoca, terrinha final deste périplo pela Roménia.






Roménia, dias 10 e 11: não se consegue por um lado vai-se por outro
Fomos espreitar o teleférico que ia de Balea cascada até Balea Lac mas o moço disse que lá em cima também havia nevoeiro e estava a nevar. Nada feito.
Já que não podíamos subir decidimos ir dar a volta e ver a estrada a partir do lado sul. É que as baleias ficam na famosa estrada Transfagarasan que atrevessa os Cárpatos e foi considerada pelos cromos do top gear como a mais bela do mundo, mais coisa menos coisa.
Atravessamos os carpatos por uma estrada principal que não sobe muito e como tal não está cortada e metemo-nos por uns atalhos para não ter de descer a montanha toda e começar a estrada no início. Mas quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos.. Quase, por que a malta tem juízo e se por alguma razão parva estivéssemos com vontade de subir a rampa enlameada em que a nossa estrada se transformava, ver 3 carros carros a descer todos de lado era o suficiente para mudar de ideias. Isso é o condutor do primeiro carro ter parado ao nosso lado: sir, if you are smart, you don't go on this road. It's terrible. Have a nice day.
Lá tivemos de descer até curtea de arges para subir a estrada até ao corte do lado sul quase lá no topo e voltar a descer até curtea onde passámos a noite. Isto tudo só para curtir a estrada que, por acaso, é gira completamente rodeada de faias em cores de outono. A viagem ainda valeu mais um urso que sentado ao lado da estrada cheirava o ar. Devia estar a ver se éramos comestíveis…
Mas não desistimos, no dia seguinte tentámos outra travessia, desta vez pela transalpina. Com uma obras e muita lama lá se passou, mas não é a mesma coisa, a transberreubeubeu é que é!
Carpatos passados fomos ver mais um castelo para a coleção, o castelo de corvin, que segundo o nosso guia era bué mais espectacular que o de Bran. Tretas! O de Bran é muito mais giro.
E para acabar o dia e passar a noite fomos para Alba Iulia, provavelmente a surpresa das férias. Não tínhamos grande expectativa e fomos lá mais porque ficava bem posicionado no trajeto, mas tem um forte em tudo semelhante ao de Almeida mas com muito mais impacto. O fosso é mais largo e está todo arranjado e contém duas enormes igrejas, uma católica e outra ortodoxa e mais uma série de edifícios majestosos. Além disso tem numa sala subterrânea, o Pub 13, onde comemos a melhor refeição das férias.










Roménia, dia 9: museu Astra
Estamos a falar de um museu etnográfico que tem edifícios antigos recolhidos por toda a Roménia. Desde igrejas a habitações passando por moinhos e até moinhos flutuantes, há de tudo. Muitos têm mobília interior. Se vierem para estes lados é obrigatório!
O dia acabou por um passeio calmo pelas praças de Silbiu; a grande, a pequena e a outra.

















