Nós e o Fememe

Pois é, fomos ao Fememe pela primeira vez e viemos lá contentinhos:
– Os concertos foram bons qb (alguns foram muito bons, mas em média ficou-se pelos bons qb)
– As praias são do melhor
– Porto covo é uma vila simpática com belos tascos e uma geladaria buffet

Enfim, um fds com cheiro a férias 🙂

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Talvez sejamos mais do que pensas

Diz Miguel Vale de Almeida no seu blog Os tempos que correm que “Talvez não sejamos muitos e muitas… … mas existimos. Somos as pessoas que, no espectro político-partidário, tal como ele se apresenta (e não o que idealizaríamos), se colocam entre o PS e o Bloco.”

Acho que estás enganado, “amigo” Miguel. Somos muitos, mesmo muitos! Somos aqueles que não estão agarrados a um partido e que temos têndencia para fazer o chamado voto útil. Votamos por convicção e não por cor, e não temos vergonha do admitir!

Sim, votei Bloco nas últimas legislativas porque acho que fazem uma oposição construtiva e de acordo com algumas ideias que defendo e sim, vou votar PS – a não ser que as sondagens lhe sejam muito favoraveis – porque a alternativa É MUITO MÁ!

Há muito boa gente a dizer que não vai votar PS porque o Sócrates é #$#%#% e &#&#%#%.  Isso é muito bonito, mas já PARARAM PARA PENSAR no que isso significa? Muitos não; o que é isso interessa? O que interessa é castigar o Sócrates e se no processo o país ficar mal servido, azar.

Podem ler o texto completo do Miguel AQUI.

CouchSurfing

Recebemos na semana passada a nossa primeira “cliente” de CS, A Freeda, de Toronto. Foi uma excelente experiência e correu 5 estrelas.

Um dos momentos altos, foi o reencontro da Freeda com os mórmons que a tinham ajudado no dia anterior a contactar-nos. Foi uma festa, com os mórmons verdadeiramente contentes, por voltarem a ver a Freeda e, quanto a mim, por terem pessoas a dirigem-se a eles ao invés de fugirem 🙂

Couch Surfers and Mórmons
Couch Surfers and Mórmons

A funcionalidade das familias

“É curioso escutar-se sempre a expressão ou fórmula “família disfuncional”, para dar conta dos problemas ou crises que atravessam os membros desses agregados. Todavia, desconheço a existência real de famílias “funcionais”, e estou mesmo em crer que a própria unidade “família” serve para a construção e instalação de programas de disfuncionalidade” sobre os seus membros, absolutamente necessários para o desenvolvimentos dos mesmos integrados nesse terrível e inevitável caos que é a própria existência humana.”

Pedro Moura em Ler BD

A filosofia ao serviço da ciência… ou será ao contrário?

“…Mas a linguagem deu mais valor à confiança e forçou-nos a uma atitude diferente naquilo que dizemos e ouvimos dizer. Se o vizinho da caverna ao lado avisa que está um leão atrás da colina há pouco a ganhar em ir lá ver se está mesmo. Em vez de nos basearmos em evidências acerca daquilo que é afirmado, avaliamos afirmações pela confiança na pessoa que o afirma. O que permitiu usar o conhecimento dos outros quase sem custos e criar estruturas sociais complexas. Permitiu a civilização. Mas pagámo-lo caro, com superstição, crendice, tretas e burlas que sem a confiança no que dizem não seriam possíveis. Muita gente está convicta de ter uma alma imortal só porque lho disseram. E só há poucos séculos é que finalmente pegou a ideia de separar factos e confiança. A ideia que podemos questionar aquilo que alguém diz sem ter de desconfiar da sua honestidade…”

Excelente artigo do Ludwig. Vale a pena ler no KTreta.

Entrevista do lider da Opus Dei Portuguesa ao jornal “i”

Este moço de seu nome José Rafael Espírito Santo é um verdadeiro cromo, imagino que deve ser unha e carne com o João César das Neves. Entre as parvoices que diz na sua entrevista não posso deixar de destacar estas pérolas:

“O Opus Dei surgiu por iniciativa de Deus” – ui, tanta presunção!

“…no Opus Dei – é exactamente por serem mulheres que têm essa capacidade de cuidarem da casa. Toda a mulher tem uma vocação para mãe e dona de casa, mesmo que não seja mãe na prática….”

“É como a bondade. Há muitas boas pessoas que não são religiosas….
Sim, mas se acreditassem em Deus seriam muito melhores.” –

Esta é a minha favorita, só de pensar que se acreditasse em deus eu seria Muito Melhor, até me arrepio.  hhhhm, afinal não, o arrepio foi causado pela leitura de tamanha parvoice…Oh homem, não diga asneiras!

Podem ler a entrevista completa aquI

sejamos ridículos!