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Agosto 2016: dia 2, subida ao urbion.

Quando aqui estivemos o mês passado, tentámos subir o Urbion mas o tempo não ajudou. Desta vez não escapou.

Total distance: 11689 m
Max elevation: 2193 m
Min elevation: 1616 m
Total climbing: 642 m
Total descent: -778 m
Average speed: 15.23 min/km
Total time: 03:26:48
Download file: Pico%20Urbion.gpx

A João deixou-me do lado oeste “junto” à nascente Douro. Fiz a mesma caminhada da outra vez, mas desta vez não me fiquei pela nascente do Douro e continuei. Bastaram 10 minutos para chegar ao colo da montanha de onde se tinha uma vista excelente em todas as direcções. Quem diria que da outra vez tínhamos estado tão perto.

Dai ao  pico urbion foram só mais 15 minutos, mas verdade seja dita, com a chuva que estava da outra vez seria loucura subir os calhaus que levam ao pico.

No regresso voltei pela laguna negra, o local mais turístico da zona. Após refrescar os pés, desci até estacionamento onde me pus à boleia, coisa que não fazia há cerca de 30 anos, pois tinha ficado combinado com a João que ela ia para o campismo e só se eu telefonasse é que ela me ia buscar.

Ao fim de 15 minutos apanhei boleia de um casal de jovenzitos que iam para Vinuesa mas tiveram pena de mim e fizeram mais 7 km para me levarem ao campismo.

O que por acaso era desnecessário porque a João tinha-me enviado uma mensagem a dizer que estava em Vinuesa mas eu só a vi tarde demais.

TODAS AS FOTO AQUI

 

 

Teste de Kayak Insuflável Itiwit 2 da Tribord

Sexta-feira rumámos à Decathlon para usufruir da hipótese que eles dão de testar, gratuitamente e por 48 horas, um kayak.

Saímos de lá com kayak, coletes, pagaias e bomba para encher sem pagar um tostão 🙂

Sábado, fomos direitos ao baleal onde testámos o bicho o resultado foi bastante positivo:

Relativamente prático de transportar na mochila que fornecem, fácil e rápido de encher e curiosamente fácil de arrumar e voltar a colocar na mochila.

Na água, porta-se bem. Graças às 3 “barbatanas” que tem, mantém facilmente o rumo. Eu sei que é das barbatanas  porque experimentei sem elas e o barco parecia que estava possuído pelo demónio sempre aos Ss.

No geral, comparando com kayaks rígidos,  tendo em consideração a facilidade de transporte no carro e o preço mais baixo , é uma boa opção, e, como estava previsto se o teste fosse positivo, ficámos com ele.

O resultado foi este:

Total distance: 3149 m
Max elevation: 0 m
Min elevation: 0 m
Total climbing: 0 m
Total descent: 0 m
Average speed: 17.47 min/km
Total time: 01:00:05
Download file: Kaya%20-%20Baleal.gpx
Total distance: 5256 m
Max elevation: 13 m
Min elevation: 1 m
Total climbing: 89 m
Total descent: -87 m
Average speed: 18.37 min/km
Total time: 01:54:25
Download file: Kayak%20-%20Peniche.gpx

 

TODAS AS FOTOS AQUI

Agora venham as férias para testarmos algures por Espanha e/ou França 🙂

Por Espanha: dia 7; a caminho do mar

Está na altura de começar a regressar, mas já que temos de regressar, vamos faze-lo com estilo. Ou como quem diz, ao invés de irmos direito a casa fazemos um pequeno desvio e vamos visitar o mar às Asturias 🙂

 

O nosso regresso levou-nos às não muito interessantes cidades de Logrono e Haro e à fantástica aldeia de Bárcena Mayor no meio das montanhas cantábricas.

O dia acabou no belo campismo de La Paz

 

 Barcena Mayor

 Campismo_La_paz

 

 

Por Espanha: dia 6; nascente do Douro

A prova já acabou mas decidimos ficar mais um dia porque ainda nos faltam ver algumas coisitas.

Começámos o dia com uma subida à nascente do Douro. 1 hora de caminhada de montanha debaixo chuva foi o preço a pagar. De lá até aí pouco do urbion eram só mais 750 metros mas a chuva desencorajou-nos e ficámos por ali. Para que conste a água da nascente do Douro é fresquinha e de sabor agradável.

Total distance: 6197 m
Max elevation: 2116 m
Min elevation: 1756 m
Total climbing: 415 m
Total descent: -414 m
Average speed: 14.41 min/km
Total time: 01:52:16
Download file: Caminhada%20de%20Montanha%20à%20Nascente%20do%20Rio%20Douro.gpx

Na descida, ainda fomos ao castro viejo, uma zona de piqueniques rodeada por imponentes rochas. Uma paisagem verdadeiramente fora de série.

O dia ainda deu para ir à laguna negra de urbion, o local mais turístico da zona que, felizmente porque já não havia pernas, se pode fazer de autocarro. E na volta, e pelo preço do estacionamento, ainda fomos visitar o museu do pinhal.

Para acabar o dia ainda vimos a Alemanha a ser eliminada.

Nascente do Douro
Laguna negra de urbion
Castroviejo

 

 

 

 

Por Espanha: dia 5; último dia de pinar

Acabou hoje o campeonato internacional de pinar com a prova média. Foi mais um terreno recheado de rochas onde qualquer distração fazia perder as contas e consequentemente a posição no mapa.

Foi um belo final para o campeonato num terreno e localização de aproveitar e chorar pois mais.

Após a prova fomos mais uma vez ver as vistas, indo desta feita ao cannon del rio lobos, um belo rincón com um "buraco" numa das rochas que o ladeiam a que deram o nome de "Baldin balcon del diablo" de onde se desfrutam umas vistas espectaculares.

Por fim, ainda tivemos tempo de ir à fuentona, uma nascente que dá acesso a uma galeria de grutas subaquáticas.

Por Espanha: dia 4; pinar até mais não

Hoje foi um dia grande para quem gosta de pinar (pinhal, entenda-se). Foi dia de prova longa por um pinhal fantástico. Os pinhais por aqui não têm vegetação rasteira (será da altitude?) o que dá uma beleza especial ao terreno. O terreno, muito bom para correr, estava provisão l polvilhado por rochas, muitas e grandes rochas muito boas para esconder pontos.

A prova foi numa antiga zona de acampamento juvenil para filhos de altos funcionários do regime franquista e era bem visível o ambiente militar que se sentiria na altura no local. Se passarem por aqui, vale a pena perder  10 minutos a dar uma vista de olhos. Está indicado como "campismo juvenil" e fica mesmo à entrada de Covaleda.

Prova acabada, mergulho na piscina, pagaiada na barragem e rumo a Sória que não tem muito que ver, mas passa por lá o Douro e os moços tem aquilo bem artilhado de passadiços à volta do dito cujo e fizemos lá uma bela passeata.

 

Por Espanha: dia 3; IV campeonato internacional de pinar

Hoje abandonámos burgos e fomos em direção sul para o pinhal (pinar em espanhol) para a competição de orientação. Pelo caminho ainda visitamos algumas paisagens de montanha e ainda tivemos tempo para avaliar os campismos da zona. Escolhemos o urbion que fica na barragem e tem caiaques para alugar :).

Hoje foi dia de sprint em Vinuesa, uma terrinha pequena não especialmente interessante mas simpática qb. Fora de série foi mesmo a zona quarentena (onde se tem de esperar que a prova comece para evitar que o pessoal passeie pela vila e veja os pontos de controle). Foi num parque infantil com uma sombra que valeu pela vida na tarde quente. Falavam 2 horas para se ter de estar na quarentena e já estava a encher 🙂

O dia acabou com montagem da tenda no belo parque de campismo de urbion.

 campismo urbion

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Por Espanha: dias 1 e 2; fiesta

A caminho de Espanha passámos por Amarante para almocinho de aniversário da João com a família e fomos ao aposta delirante comer uma posta maravilhosa. Recomenda-se!

Depois seguimos para burgos, paragem habitual quando vamos Espanha fora. Avisámos o Ruben que íamos dormir casa dele e ele respondeu que burgos estava em festa.

E pronto, nada como começar umas férias com fiesta ainda por cima havia Kepa Junqueira ao vivo. Siga!