Hoje aprendi algumas coisas importantes:
– as cobras grandes têm turbo
– no burgo junto ao castelo na Lousã come-se bem
– a Lousã é uma terra deprimida e deprimente, mas a “piquena” da pousada da juventude é muito couchi-couchi 🙂
De novo ‘a boa vida, dia 1
Fe’rias: Dia 4
E já está no fim, este fds prolongado. Continuamos em Gouveia onde vamos assistir ao segundo e último dia do GAR que acaba hoje a uma hora pouco simpática para quem trabalha amanhã e tem ainda duas horas de viagem pela frente.
Ontem os concertos começaram mornos mas foi sempre a subir. Logo após jantar tivemos uma bela surpresa com os Musica Nuda que vão tocar hoje á tarde na igreja da foto. Esperamos arranjar lugar….
A noite acabou com os The Enid (e também acabou connosco tal foi a hora a a que acabou), um daqueles grupos de culto que nós, comuns mortais, desconhecemos por completo. Procurem no youtube que vale a pena.
Fe’rias: Dia 3
Ficámos alojados no mesmo hotel onde tinhamos ficado durante o POM que por sinal fica mesmo em frente à sala onde vai ser se o Gouveia Art Rock Festival (a foto do cine-teatro foi tirada da porta do hotel) e onde fica a maior parte das bandas o que dá direito a pequenos-almoços musicais 🙂
Agora é vegetar um bocado por Gouveia até às 14h, mas não sem antes almoçar, claro!
Fe’rias: Dia 2
E lá iamos nós serra acima serra abaixo sem grande definição de destino quando tudo subitamente mudou ao chegarmos a Gouveia!
Deparámo-nos com o inesperado: um cartaz do famoso Gouveia Art Rock Festival a anunciar o festival para este fim-de-semana. muda agulhas, compra bilhetes, arranja alojamento, contacta os conhecidos adeptos incondicionais do festival e aqui estamos nós prontos para passar a tarde e a noite de amanhã a ouvir rock.
Adeus serra, olá música e amigos amantes do GARF!
Fe’rias: Dia 2
As promessas de frio para amanhã transformaram os nosso quatro dias de férias, que seriam no modo -ir por aí afora a conhecer o máximo possível – em modo – aproveitar o que já conhecemos perto e gostamos.
O que, obviamente, se resumio a ir até ao campismo de Carvalhais, São Pedro do Sul.
estudo, ribeiras frescas e aldeias pacatas ditaram as férias até agora.
Agora, depois de uma bela vitela à Lafões vamos abandonar a serra da Arada em direcção à serra da Estrela… ou seja, mais do mesmo 🙂
Fe’rias: Dia 1
Fe’rias : Dia 0
Fraudes, Aldrabices e Outras Parvoíces

Já está disponível na Bubok em pdf o livro “Fraudes, Aldrabices e Outras Parvoíces” que apesar de estar longe de estar acabado já tem dois capitulos completos e já quase parece um livro 🙂
Sinopse:
Tem nas mãos um livro malvado. Um livro que não lhe promete a vida eterna e a felicidade suprema. Um livro que lhe vai tentar tirar as suas doces ilusões sobre energias que curam e deuses que protegem.
Tem nas mãos um livro amigo. Um livro que lhe vai mostrar como evitar ser enganado por pessoas sem escrúpulos, que não existem bruxas más, nem previsões sobre o fim do mundo.
Tem nas mãos um livro que, se tivesse pés, tinha-os bem assentes na terra e lhe vai mostrar que errar não só é humano como é mais comum do que seria desejável.
Este livro vai abrir-lhe os olhos…ou então não.
Crónica no Região de Leiria : O Fim
Crónica de 14 de Dezembro no Região de Leiria
Eis-me chegado ao FIM. Quer dizer, não propriamente ao meu fim, mas ao fim da minha colaboração com o Região de Leiria. Foi um ano em que os meus pensamentos saíram do meu Blog e do Facebook para as páginas físicas de um jornal.
Das sensações que escrever para um jornal suscita, destaco o profundo agrado com que chego ao final da linha sem nunca ter recebido uma única indicação sobre o que podia ou não escrever. Teci as críticas que quis, disse as parvoíces que quis, escrevi mal e escrevi bem, mas sempre sem sofrer qualquer tentativa de moldar o meu discurso.
A liberdade de um jornal gerir o seu conteúdo sem interferências externas é uma das grandes conquistas da democracia, mas é uma conquista que podemos perder num abrir e fechar de olhos. Um jornal para ser isento precisa de ser financeiramente independente e para isso precisa de vender. Tirando desportivos e sensacionalistas, não há grande hábito de comprar jornais em Portugal e com a instalação da actual crise o cenário piorou muito.
Por este andar, os jornais ou fecham ou têm de ficar (ainda mais) dependentes de terceiros, sejam os anunciantes, os grupos que os detêm ou o poder político do momento. Não nos podemos dar ao luxo de deixar a imprensa livre chegar ao FIM. Quem acha que pagar um Euro por um jornal é muito, não está bem a ver o preço a pagar por não ter jornal para comprar.
O texto também pode ser lido no site do Região de Leira.








