Category Archives: Viagem

Pelas Espanhas, dias 3 e 4: mongost de mont rebei

Há uns anos o Pruden falou-me deste tesouro escondido da Catalunha e cá estamos nos para o ver.
Como podem ver pelas fotos, aqui caminha-se com 2 escadas de madeira bem verticais e também se ainda de kayak.
Ontem fizemos o percurso a caminhar, hoje de kayak. Ambos bem regados com mergulhos no rio.
Curioso que quem gosta tanto de montanha como eu, ter medo de alturas. Aquelas escadinhas não foram fáceis :p
xxx

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Por Espanha, dia 2: há dias à noite que o melhor é não sair da cama de manhã..

Ou algo do gênero.
Hoje foi dia de comer quilômetros até a um dos objetivos das férias: congost de mont rebei.
Foi o dia todo a conduzir sem estória até nos aproximarmos do destino quando entrámos tempestade adentro. Tendo em consideração que, como de costume, tínhamos de chegar ao destino e procurar campismo as coisas não pareciam interessantes.
Ligámos o raio a tempo de ouvir que o centro da tempestade estava na direção que queríamos tomar o que nos obrigou a algumas manobras evasivas.
Chegados ao destino fomos direto ao campismo mais perto que o maps.me indicava onde chegámos com uma ventania de arrancar tendas do chão. Sem grande convicção fizemos o checkin 5 minutos antes de uma chuvada de levar tendas à frente.
Bah, não há de ser nada, na pior das hipóteses não montados tenda e dormimos no carro. Siga para duche e jantar signo desse nome que hoje merecemos.
Ao fim do belo repasto a chuva eo vento tinham parado e estava uma bela noite de verão.
Há manhãs à tarde que não devemos sair da cama à noite, ou algo do gênero, mas não foi o caso de hoje.
parque de campismo algures

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Por Espanha, Dia 1: improviso 1 – plano 0

O plano hoje era fazer quilômetros e chegar a Urbión ou quem sabe a Urbesa, mas ao passar por castelo branco vimos publicidade ao museu do gargaleiro.
Entre museu e almoço gastamos mais de 3 horas e a possibilidade r atravessar Espanha. Ficamos por jert perto do circo de gredos. Ainda estamos muito baixo, 500 m mais coisa menos coisa e o calor faz-se sentir, mas como chegámos ao fim do dia já dava para respirar e ainda deu tempo para ir mandar um mergulho.
Amanhã seguimos caminho em direção sua Pirineus… Mais coisa menos coisa. :p
campismo de jert

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Marrocos, dia 10: de volta à península

E já vamos no meio mar.
Foi preciso esperar pelo último dia para temos um percalço (ainda que misero) nos nossos planos.
A francesa que nos alojou na noite anterior disse-nos que tinha demorado cinco horas a atravessar a fronteira há cerca de mês, por isso previdentes e às 7h40 já estávamos na fila para passar mas contra todas as expectativas a coisa foi rápida e quarenta minutos depois estávamos despachados e antes das 8h30 estávamos na fila para apanhar o ferry das 9h00. Chegámos a cedo que fomos os primeiros… e únicos.. durante largos minutos… Até nos lembramos que em Espanha era uma hora mais tarde…e eram já quase 10h00 próximo ferry era só meio-dia. Lá se foi a hipótese de almoçar em Portugal. Mas em troca tivemos mais tempo para ver ceuta, incluindo o príncipe, bairro onde se desenrola a acção da série com o mesmo nome me que é bem mais interessante na série que ao vivo…

 

 

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Marrocos, dia 9: Rabat

Apanhámos o eléctrico em Salé e atravessamos o rio para ir visitar Rabat, a capital de Marrocos.
Foi uma manhã bem passada a caminhar calmamente desde o mausoléu de II até ao forte na foz do rio.
Pelo caminho passámos pelos inevitáveis souk e medina; em Marrocos parece que estamos constantemente na festa de senhora de Matosinhos.
Depois de mais um almoço versão snack, como sempre, em local que a ASAE fecharia, seguimos em direção a ceuta.
Passámos a noite num empreendimento turístico ainda do lado marroquino mesmo em cima do mar. Infelizmente chegámos já de noite e saímos cedo cedo e com tal não deu para apreciar, mas toda esta zona tem bom aspecto para quem gosta de férias de praia: nenhuma confusão, bons hotéis, mar maravilhoso e perto qb de Chefcahouen, o Óbidos cá do sítio.

  

 

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Marrocos: dias 7 e 8, pela costa "portuguesa"

Nestes dois dias percorremos a costa de essaouira a salé onde a presença portuguesa dos séculos XV/XVI ainda se pode ver através de vários edifícios que ainda sobrevivem.

Do que vimos é de destacar a bela Essaouira, Vila de surf, arte e claro, um forte português. E é de evitar Al Jadida a não ser que se goste muito de edifícios portugueses. Tem uma bela cisterna portugueses mas tudo o resto é para esquecer.

Absolutamente imperdível é a mesquita de casablanca, segundo o nosso guia, é o segundo maior tempo religioso do mundo. Fica mesmo junto ao mar, e é um colosso todo ele trabalhado com os famosos padrões árabes.

Também não podemos esquecer as sardinhas assadas que por aqui se vêem um pouco por toda a costa.

Notas soltas: Marrocos é uma terra de gatos. Cães, contam-se com os dedos de uma mão os que vimos. Gatos, gordos gatos estão a preguiçar aos magodes por todos os cantos.

O que também há às toneladas são garotos a caminhar ao longo da estrada, a irem ou virem das suas muito coloridas escolas.

  

 

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Marrocos: dia 6, do médio Atlas à costa atlântica

Hoje foi dia de transição. Depois de darmos uma volta a pé para ver cascatas (giras, mas nada de especial) e irmos ver a famosa barragem que segundo lemos fornece 25% da energia de Marrocos rumámos a Eussaouire na costa atlântica.
Consta que é famosa pelos seus pintores e pelo vento bom para o surf e windsurf e pelo que já vimos não faltam galerias de arte, quanto ao vento, felizmente nem ponta.
E agora está na hora de dormir no nosso quarto de 35€ transformado em suíte familiar no palazo desdemona

  

 

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Marrocos: dia 5, médio Atlas

Deixámos fez em direção à costa. O caminho leva-nos pelo médio Atlas através de um planalto acima dia mil metros com paisagens vermelhas semeadas de calhaus. As povoações variam entre aldeias pobres de casas por rebocar e cores e grandes cidades de trânsito caótico. Hoje vimos um motociclista no chão no meio de uma rotunda agarrado a uma perna, um carro que entrou por um passeio acima e um motociclista com um atrelado com cinco metros de caixas de plástico virou-se a circundar a rotunda onde íamos entrar. Ainda fiz marcha atrás por precaução. Além disso fiz a minha parte a criar faixas de trânsito onde não existiam. Falta-me dominar a arte da buzina, me não suporto barulho.
Por aí veem-se menos burros mas em contrapartida ve-se muita gente a tentar apanhar boleia seja a que hora for e nas estradas mais escuras.
Fizemos algumas paragens rápidas mas o dia foi quase todo a seguir em frente e agora estamos nas cascade de ouzud num alojamento a 50 metros das ditas cujas, mas chegámos já de noite por isso ainda não as vimos.

  

 

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Marrocos, dia 4: fez

Fez para cima, fez para baixo foi o menu de hoje.
A medina é enorme e muito inclinada e podíamos passar uma semana a descobrir coisas novas neste labirinto mas ficámos contentes com o que vimos, especialmente as famosas (e mal cheirosas) tinturarias. Não são tão coloridas como nas fotos turísticas mas valem bem que se pague uns dirahs a quem tenha um terraço por perto para ver.
Agora descansamos as pernas para daqui a pouco irmos a uma espécie de micro Taberna comer umas espetadas.
algures no meio de fez

 

 

 

 

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Marrocos: dia 3, meknes e chegada a fes

Hoje chegámos a meknes para o primeiro grande “embate” com Marrocos, em Meknes tem mais de um milhão de habitantes.
A medina de meknes é gigante, escura, com aspecto velho e em muitas partes cobertas. Nada a ver com a de Chefchaouen.

Numa das laterais fica a praça em frente ao palácio imperial (na foto) onde decorria um mercado e onde o que mais nos surpreendeu foi um “combate” de boxe entre garotos de cerca de dez anos, com direito a apostas.

Seguimos para fez já de noite e nos cerca de 60 quilómetros de viagem devemos ter passado umas operadora l operações stop, uma constate em Marrocos.

A chegada a fez foi épica! Seguindo o GPS a todo o vapor entrámos pela medina adentro 200 metros até ficarmos entalados. Fomos socorridos pela equipa de tradutor+arrumador+carregador+amigos entre outros peões que nos ajudaram a fazer marcha atrás, estacionar e chegar ao alojamento. Tudo por um preço justo, claro.
Seguimos o nosso carregador medina adentro até chegarmos à rua principal…

Lembram-se de ter dito que a medida de meknes era grande? Ahahah, pobre inocente!

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