Category Archives: Viagem

Sud express: dia 1, Hendaye

Esteve um belo dia de verão gelado e passámo-lo a percorrer o belo areal de um lado para o outro.

Apesar da terrinha ser gira tem o movimento do pedograo. Querem alguma coisa aberta? Azar, não temos.

Destacam-se:

– as belas mansões vitorianas (não faço ideia se são, mas soa bem)

– o complexo da decatlhon de investigação e desenvolvimento de material de água. Não se visita (digo eu) mas dá para espreitar e a loja tem o material todo. :p

– o hotel onde ficámos 🙂

Há ainda um palácio que vamos tentar visitar amanhã que também promete…

Sud express: dia 0

São 9h30 da manhã. Já passámos vitória e vamos a caminho de San Sebastian.

Já vamos com quase 10 horas de viagem e apesar de muito quentinho (tive de me colocar em t-shirt) o comboinho (nome técnico) não é especialmente confortável e a noite foi um bocado difícil, mas calma. É que apesar das cadeiras serem um bocadinho reclináveis, isto está tudo um bocado velho e a maior parte drogas, não mexe.

Daqui a pouco mais de uma hora chegamos a Hendaya, já em França onde vamos diretos ao hotel deixar as mochilas e vamos diretos à praia 🙂

Pelas Espanhas, Dias 16 e semi-17 : Adeus até ao nosso regresso

Urbasa, o planalto das vacas 🙂

Infelizmente o tempo está curto e temos de ir embora, por isso há pouco tempo para conviver com as vacas, enfim fica para a próxima.

Saímos de Urbasa em direção ao Pais Basco (se espirrarmos em Urbasa ouve-se no Pais Basco) e passámos por Zegama.. ah pois! 😛
Para a próxima voltamos durante a prova que assim sem trailers não tem grande magia.

O dia acabou em Ribadeo mesmo à porta da Galiza logo após as Asturias onde devíamos mergulhar na bela Praia das Ilhas, jantar e bazar. Mas o jantar acabou tarde e o bazar ficou para a manhã seguinte. A noite foi passada em campismo selvagem entre carrinhas/auto-caravas junto ao farol, foi maravilhoso, assim como o foi o mergulho da madrugada seguinte com o sol a nascer no mar e a água a … gelar 😛

Mas antes disso passámos por Bilbau, e pronto, não há palavras. Há museus e depois há o Guggenheim de Bilbau, ainda por cima com uma exposição magistral da Joana Vasconcelos. 

Não devia passar tanto tempo sem lá irmos…

Pelas Espanhas, dia 14 e 15: últimos cartuchos pelos Pirineus

Ontem foi dia de subir pelo parque de madaleta acima: belas vistas, muita água e algumas marmotas.
Para fechar a visita ao vale com chave de ouro fomos comer um belo chuleton a Benasque ao restaurante de um moço de Gijon que já foi 3 vezes à Nazaré 🙂
De seguida pusemo-nos a caminho do vale do Roncal para ainda ir jantar à venda do Juan pitu, que infelizmente fecha cedo e já não deu para comer 🙁
Montámos acampamento no parque de campismo de ibaza, e hoje depois de uma voltas já estava na hora de “pituar” o que fizemos tendo por “vizinhos” uns bascos porteiros de um lado e do outro um obcecado com a poluição humana que acha que não se deve viajar porque polui muito e que basta ver televisão porque podemos visitar tido sem poluir. Só ali estava porque a filha e a neta iam e ele pouco acrescentava à poluição que elas iam causar. Medo!
Entretanto começa a ser tempo de dar corda aos sapatos e ir aproximando de Portugal.
Agora já estamos nos pré-pirineus, ou no nosso caso nos pós-Pirineus, em Urbasa.

Pelas Espanhas, dia 12: de Andorra a Sort

Depois da tareia de ontem, hoje era dia de sentar o cu no carro e conduzir até ao parque de Ordesa. Antes só faltava passar pelo vale de Sorteny.
Claro que as coisas nunca são assim tão rápidas e uma visita rápida de carro transformou-se em cinco horas com direito a cadeiras-teleférico que nos levaram à fronteira com França e umas belas vistas. Tivemos ainda direito a passar mais de uma hora a ver marmotas 🙂
Saímos de Andorra já depois das quatro da tarde e só conseguimos chegar a Sort, o que foi uma chatice pois assim fomos obrigados a ir jantar a um belo tasco que conhecemos há cinco anos quando por aqui andámos. Uma chatice, pá!

Pelas Espanhas, dia 11: coma pedrosa

O que eu gostava mesmo era que fizessem as montanhas um bocado mais baixas. Hoje andei na montanha mais de oito horas para chegar ao coma pedrosa, o ponto mais alto de Andorra com 2942 metros. Sai dos 1560 e só percorrido cerca de 7 quilômetros para fazer os cerca de 1400 metros de desnível. É uma inclinação média de 20℅. Um verdadeiro tareão!
Tão grande que não sei se vou ter forças para fazer mais alguma caminhada digna desse nome estas férias. A ver vamos. Amanhã é dia de fazer quilômetros de carro porque não vai haver forças para mais nada.

Pelas Espanhas, dia 10: Andorra

Já passámos por Andorra várias vezes mas nunca cá parámos, podemos, por isso, dizer que é uma estreia.
Estamos neste momento no campismo de xiripiti.. Mais coisa menos coisa ( Xixerella segundo consta 😛 ) a 1400 metros de altitude. Agora é de noite e está um frio do catano, o que contrasta um bocado com as noites anteriores em cadaques onde não se dormia com calor.
O nosso campismo é na base do parque nacional de comapedrosa, o nosso destino de amanhã.

Pelas Espanhas, dias 8 e 9: ainda por cap de creus/cadaqués.

Atenção! Redord batido, 3 dias inteiros no mesmo sitio!
Foram 4 dias no campismo de cadaqués.
Ainda fizemos outro dia de kayak, desta vez para sul, para a baía de cadaqués e as suas inúmeras praias de água azul celeste.
Entre dias de kayak fizemos um dia de descanso que acabou comigo a correr pela serra :-/ graças a um conjunto castelo/mosteiro/aldeia enfiado serra acima.
Mas nem só de coisas boas se vive por aqui. Ontem houve um incêndio que obrigou a cortar a única estrada de saída aqui da terrinha, mas felizmente por aqui não se viu mais nenhum sintoma do incêndio.
Entretanto o calor começa a apertar por aqui e vamos, finalmente, subir aos Pirenéus à procura de ares mais frescos.

Pelas Espanhas, dia 7: cap de creus

Ontem quando chegámos a Cadaqués , que fica longe de tudo, às oito da noite e vimos os magodes de pessoas a passear na rua vimos a nossa vida a andar para trás, mas curiosamente havia um espacito para nós no campismo.
Cadaqués , famosa pelo seu museu de Dali tem também uma bela localização junto ao cap de creus, ?cabo a cruz?, que dista cerca de quarto quilómetros por mar, além disso, do parque de campismo à praia onde se consegue meter o kayak no mar são 2 minutos de carro e 20 metros do carro ao mar. Melhor seria difícil.
Fizemos a ida direta ao fim para gerirmos melhor o tempo na volta. A ideia era ir até ao cabo onde há uma pequena gruta onde se entra com o kayak. Passámos a gruta e páramos num belo porto natural onde comemos e tomámos belos banhos 🙂
Na volta passámos na gruta e em todas as belas enseadas, praias e afins que tínhamos deixado por ver. Todas não, que o mar acinzentou e pareceu-nos boa opção não sermos apanhados pela chuva e trovoada no mar, que chegaram poucos minutos depois de termos chegado ao fim.
Sai um belo almoço de carne argentina no xiriguinto junto ao estacionamento e siga de carro para o farol para ver a vista de cima.
Chegados lá, eis que avisto um belo caminho pelas encostas junto ao mar com uma placa no início a indicar “para Cadaqués”. Segundo o moço do posto de informação seriam 8 kms. Toca a equipar, e siga para o caminho enquanto a João veio de carro de volta para o campismo.
Foram 7 quilómetros em modo fast hiking/trail running maravilhosos com vista para todas as praias que tínhamos visto de kayak. Eram já sete da noite e de vez em quando as marcações nao eram as melhores. Claro que não faltarem mais uns mergulhos 🙂
Escusado será dizer que dormi que nem um … Gajo morto de cansaço.
cap de creus