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Em South Fulton (EUA) quem não paga não tem direito a bombeiros

Os bombeiros de South Fultons só apagam incêndios dentro do limite da cidade, quem mora fora tem de pagar $75 anuais à Camara Municipal.

Uns desgraçados, que moram no lado de fora do limite da cidade, viram a casa deles arder enquanto um vizinho via a dele salva pelos bombeiros. O vizinho tinha pago, ele não.

Vejam o video:

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Um Português No Texas

O Filipe Castro mora no Texas e costuma blogar sobre o que é viver bem no meio do Bible Belt.

De vez em quando escreve verdadeiras pérolas, o post Sexo! Sexo! Sexo!. é uma delas!

Para um europeu é incomodativo viver entre estes puritanos. Penso que nem o Santana Lopes – que como se sabe não é esquisito – aguentava isto. São tão porcalhões! Há 10 anos, numa piscina pública, um pai de uma criança pediu-me para “pôr a parte de cima do bikini” à minha filha de dois anos.

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Fantasmas e masturbação

Ando a ouvir uns podcasts sobre ” monstros” tirados do site THE SKEPTICS SOCIETY.

Hoje vinha a ouvir um sobre espíritos/fantasmas e dois dos intervenientes disseram conhecer pessoas (adultas!) que uma das preocupações que têm em relação à existência de espíritos, é que o espírito de um antepassado morto os esteja a ver quando se estão a masturbar!

WTF? Já dizia o Obelix, estes Americanos são loucos 😀

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Os talibãs e a educação

Os talibãs continuam por todos os meios a tentar moldar a sociedade onde estão inseridos à sua maneira de pensar.

Uma das melhores maneiras de o fazer é limitar a informação que chega aos jovens adaptando os currículos escolares ao que interessa transmitir.

E assim, enquanto meio mundo se revolta com as madraças muçulmanas no Irão, as madraças cristãs no Texas vão fazendo o mesmos trabalho que as suas congéneres mas sem ninguem as chatear.

«Há mais páginas dedicadas a Ronald Reagan. Mas as lições sobre o “pai fundador” Thomas Jefferson desaparecem. Numa decisão controversa, que poderá ter repercussões por quase todo o país, o Conselho de Educação do estado do Texas acaba de votar favoravelmente uma proposta de revisão do currículo escolar da disciplina de Estudos Sociais, obrigando à reescrita dos manuais do ensino secundário. O conteúdo será “ajustado” de forma a promover uma mensagem de inspiração cristã.

Num voto de 11-4, dominado pelos membros republicanos daquele conselho estadual, ficou determinado que os livros que os estudantes do Texas actualmente utilizam serão substituídos por outros novos, de acordo com um novo programa de cariz fortemente conservador, cujo objectivo declarado é “reforçar as tradições americanas de nação judaico-cristã”.

Os novos critérios para o ensino introduzem lições obrigatórias dedicadas aos sistemas teológicos de Calvino e S. Tomás de Aquino, às teorias económicas “alternativas” e à importância de figuras e instituições do movimento conservador do país, como Phyllis Schlafly (que se opunha à igualdade de direitos entre homens e mulheres), a Minoria Moral, a Heritage Foundation, o “Contrato com a América” ou a National Riffle Association (NRA).

As lições sobre Thomas Jefferson, uma das figuras de proa da história da América, autor da Declaração de Independência e terceiro Presidente dos Estados Unidos, não resistiram ao ímpeto dos educadores conservadores do Texas e foram retiradas do currículo. As ideias revolucionárias de Jefferson, que é referido nos manuais como um dos modelos de pensamento do Movimento Iluminista, não agradam aos membros do Conselho de Educação, que se opõem à separação entre o Estado e a Igreja, como defendido por aquele “pai fundador”.»

Obrigatório ler o artigo completo no  Público.

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O que seria de nós sem eles?

O que seria de nós sem a parvoice do Conan O’Brien?

O que seria de nós sem a loucura do Lars Von Tiers?

O que seria de nós sem os textos de Ferreira Fernandes?

“De vez em quando, aparece uma notícia sobre sinais que enviamos para o espaço, em foguetões ou mensagens electromagnéticas. A ideia de que não estamos sozinhos no Universo levou à criação, faz 50 anos esta semana, da Search Extra-Terrestrial Intelligence, que procura os nossos primos estelares, e irmãos do ET. Pois nesta ocasião festiva (pelo meio século) surge uma contestação radical a essas mensagens. Não por negarem a existência dos extraterrestres, mas, muito pelo contrário, por temerem que eles existam, mesmo. Não são maluquinhos que pensam assim, mas sábios, como o físico Freeman Dyson. A tese é: numa perspectiva de Spielberg (com o queriducho ET a acender e apagar o indicador, “home… home…”), tudo bem. Mas se eles forem como o denunciado em Marte Ataca!, do realizador Tim Burton? Se eles, alertados pelos nossos sinais, se puserem a salivar? “Olha, que planeta bonito… Conquistemo-lo!” Ingénuo, embarquei na generosidade do contacto (à Spielberg), mas talvez fosse mais prudente ser cínico (à Burton). Entretanto, não sei bem se isto tem alguma coisa a ver, em França discute-se a proibição da burka. Quer dizer, que a burka é de extraterrestres, sei. O que não sei é o que é ingénuo e o que é realista. Mandar-lhe mensagens de boa vontade ou cortar de vez com eles?”

In DN

O que seria de nós ?

Sei lá!!! Nem me interessa; que raio de pergunta mais tótó, ‘da-se!

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WTF?!

“…The Rev. Steven Anderson of the Faithful Word Baptist Church told his Tempe, Ariz., congregation he prays that Obama “dies and goes to hell.”

In an Aug. 16 sermon that recently came to public attention, Anderson said, “If you want to know how I’d like to see Obama die, I’d like him to die of natural causes. I don’t want him to be a martyr, we don’t need another holiday. I’d like to see him die, like Ted Kennedy, of brain cancer….”

Tirado de Americans United for Separation of Church and State via Esquerda Republicana

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“América a Bem ou a Mal”

Para os mais distraídos – e para os mais cínicos – os EUA são um país dito normal ou ocidentalizado, que é um termo muito em moda e que cai sempre bem. A verdade é que os EUA não são um país, são pelo menos dois.

Um que é parecido com a Europa, lúcido e ciente do seu lugar no mundo como um país como qualquer outro, enfim, talvez um bocadinho melhor.

E o outro? Bem, o outro é uma espécie de Europa medieval, furiosamente louca com todos os que não concordam consigo e que TEM de à força dominar o mundo, porque foi esse o destino que DEUS lhes deu. É esse país, de pensamento estranho para nós, – que só reconhecemos no fundamentalismo islamismo e que recusamos aceitar existir noutras latitudes – que tem dominado os EUA nos últimos anos. Este país conhecido como “Bible Belt” deu-nos algumas personagens “simpáticas” como Dick Cheney, Donald Rumsfeld e  George W. Bush que a pretexto de estarem a fazer o trabalho de deus – entre outras desculpas – invadiram o Iraque. São estes e outros como eles que fornecem armamento a Israel porque, como vem escrito na biblia, aquela zona do planeta foi dado aos israelitas por deus e como tal é seu por direito!

Felizmente as coisas estão a mudar com a nova presidência Americana, mas não pensem que podemos ficar descansados. É que enquanto a América “normal” aceitou democraticamente e sem contestação violenta as governações da América nacionalista/religiosa, o contrário não se vai/está a passar.  Basta assistir ao canal noticioso Fox para ver como os nacionalistas estão a reagir MUITO mal à perda de poder. Na Fox passam-se coisas deste género:

“… The only chance we have as a country right now is for Osama Bin Laden to deploy and detonate a major weapon in  the United States…”
Dito por Michael Scheuer, ex-chefe da unidade da CIA de contra-terrorismo responsavel por capturar Bin Laden, referindo-se ao facto de administração Obama ter uma postura muito “soft” em relação ao terrorismo e que vai levar à “derrota” dos EUA.

Quando li, há alguns meses, a previsão do analista Russo, Igor Panarin, sobre a divisão dos EUA em vários países achei que ele era louco, mas agora já não tenho tanta certeza.

Acham que estou a divagar? Se alguém divaga não sou eu, porque (quase) tudo o que aqui escrevi são teorias defendidas no livro “América a Bem ou a Mal” de Anatol Lieven, Tinha da China, 2007 e que nos leva a conhecer o fanatismo nacionalista existente nos EUA. Aconselha-se vivamente a quem esteja, realmente, interessado em conhecer melhor o famoso país do sonho.

Mais em:

Marinha Grande, Agosto de 2009
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Cérebro, para que te quero?

Passou ontem à noite no canal História o documentário “Armas de fraude maciça” sobre a vergonha da cobertura jornalistica da guerra do Iraque.

Para quem não se lembre, todos os meios de comunicação cobriram a história de um único ponto de vista: o ponto de vista da administração Bush. Este documentário mostra a máquina de propaganda que permitiu que isto acontecesse. Desde a integração dos jornalistas nas unidades de combate à diabolização de quem tivesse uma opinião contrária, passando pela ridícula ligação entre a  Al-Qaeda e o Irauqe, tudo foi programado ao milimetro.

Sinto-me hoje orgulhoso de ter sido dos poucos que sempre chamei a atenção para a vergonhosa manipulação que muitos de vocês – o correcto seria: muitos de nós, mas recuso-me – estavam a aceitar de braços abertos.

Esta falta de espirito critico, é triste e não há maneira de desaparecer. Estou a ficar FARTO!

Porque é que as pessoas se recusam a pensar – e depois jogam sudoku para “exercitar” o cérebro?
Porque é que acreditam em TODOS os perigos inventados que vêm em e-mails?
Porque é que acreditam em TODAS as “correntes de sorte” e merdas afins que vêm em e-mails : não acredito, mas pelo sim pelo não vou reencaminhar ?

Por exemplo, esta  mania de dizer mal do governo (seja ele qual for, o que interessa é dizer mal do governo) é absolutamente fantástica. Já por mais que uma vez recebi e-mails a dizer mal do governo, politicos ou outras personagens conhecidas que tive o cuidado de comprovar serem falsos e enviar o resultado da minha pesquisa a quem me enviou o e-mail. O que seria normal, justo e digno de seres pensantes, seria essa pessoa ter o cuidado de enviar um segundo e-mail – especialmente aos outros a quem enviou o e-mail falso – a dizer :

“oooppss, estava enganado. essa informação era falsa.”

Alguma vez receberam um e-mail destes? Eu não! Um e-mail a desmentir uma noticia falsa? who cares!?

Enfim, mas estou a fugir ao tema (este assunto, tira-me do sério). Se puderem, vejam o documentário é bastante interessante – e não obrigatoriamente completamente verdadeiro, claro está!

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