Category Archives: Devaneios

Aperfeiçoamento Filosófico do dia : Deus

Deus é a desculpa fácil às perguntas para as quais não temos uma resposta boa e é consequência da nossa dificuldade em aceitar a resposta “não sei”.

A minha teoria anterior dizia que “Deus é a resposta fácil…”, mas parece-me um exagero. Uma resposta, mesmo fácil, tem de ter algum sentido, alguma verdade por mais pequena ou incompleta que seja.

Por Exemplo:

Pergunta:
Pai, de onde vêm os bébés?

Resposta Fácil:
Quando um homem e uma mulher gostam muito um do outro,  o homem mete uma semente na barriga da mãe.

Desculpa Fácil: 
Vêm de Paris trazidos por uma cegonha.

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BNI ou Como o marketing agressivo à Americana (somos bons, somos muito bons) vai enganando os ingénuos

Tinha aqui este assunto pendurado à espera de encontrar mais informação, mas o tempo passou e não consegui reunir mais dados. Não vou procurar activamente mais informação, mas se entretanto me cair nas mãos, eu público aqui. Isto é (mais ou menos) o que tinha escrito como comentário no Facebook sobre o artigo do Região de Leiria:

Fartei-me de procurar e (ainda) não encontrei provas conclusivas de que estamos a falar de um esquema em pirâmide. Mas já encontrei algumas referências a isso (com directores e afins a ficarem com parte das anuidades) e espero entretanto ter mais dados.
Mas a uma conclusão cheguei: o BNI é um culto! É definitivamente mais uma daquelas empresas que usam marketing agressivo para colocar os clientes/sócios na defensiva. Tem regras rígidas e usa esquemas de motivação “à Americana” (muitas palmas para os “bons” e BUUUUSSS para os “maus”) e que além disso vende toneladas de merchandising.

Os “chapters” (é o termo usado em Inglês para cada grupo, a fazer lembrar um livro religioso) vivem de novos sócios (para a BNI os vossos hipotéticos negócios não interessam nada, o que interessa são as anuidades/vendas de merchandising/pequenos almoços), e a sua busca agressiva é incentivada. Preparem-se para começar a ser “melgados” para ir assistir a uma missa/reunião.

Em termos de resultados práticos, o que consegui apurar é que em média em cada “chapter” há um ou dois clientes/membros que ganham muito e os restantes perdem (aplica-se a lei de Pareto:20% vão ganhar 80%).

Comparem muito bem os custos /benefícios de pertencer ao BNI ou a uma associação normal (tipo NERLEI) antes de aderirem.

E se estão a pensar aderir, leiam isto antes (artigo e comentários):

http://www.grumpynerd.com/?p=10%C2%B4

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Actualização 26/11/2011
Este artigo tem tido sido relativamente bem visitado, infelizmente ninguém pontua ou deixa comentário.
Se alguém se desse ao trabalho de o fazer agradecia.
Tenho realmente interesse em perceber que tipo de artigo vêm à procura,  o que é que achavam do BNI, se mudaram de ideias, se acham que sou parvo …
Actualização 7/10/2011:  O site BNI SUCKS desapareceu do mapa e não deixou rasto…
Actualização 18/4/2011 :  Video a explicar o problema do optimismo palerma  : RSA Animate – Smile or Die
Actualização 5/4/2011 :  O moço do site acima mencionado criou o site  BNI SUCKS

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Parábola : A Invenção Maravilhosa

1. Como transformar alhos em bugalhos

A parábola é uma magnifica figura de estilo que tem permitido à Igreja Católica adaptar-se a novas realidades sem nunca se desmentir : O que ontem era Verdade, hoje é uma parábola.
Durante séculos a Bíblia  foi interpretada à letra e foi justificação para todo o tipo de horrores, mas à medida que a civilização evoluía as pessoas começavam a questionar as justificações que a Igreja invocava para as suas acções obrigando-a a renunciar a muitas delas. E assim, a pouco e pouco, e à medida que a Igreja tinha cada vez mais dificuldades em fazer aceitar as suas acções,  e para não se desmentir, a Igreja foi transformando as Verdades em parábolas até chegarmos ao ponto de praticamente não haver Verdades na Bíblia, só parábolas:
Deus mata e castiga? é parábola. Deus é vingativo e invejoso? é parábola. Deus não gosta de homosexuais? é Verdade. Deus defende a castidade? é Verdade.
Não é muito difícil ver o padrão; se determinada atitude/sentimento não é aceite pela esmagadora maioria da sociedade, transforma-se em parábola. Este processo de “parabolização” não é obviamente igual em todo o lado. Por exemplo, há poucas semanas, o pastor que dirige uma determinada seita evangélica nos Estados Unidos disse que rezava para que o Obama morresse, e de preferência com cancro. Ora, uma pessoa que admite na televisão uma atitude tão radical  (e louca) não terá com certeza problema nenhum em aceitar que o seu Deus mata e castiga. Ele não precisa de inventar desculpas para as atitudes descritas na Bíblia, porque concorda com elas .

2. Parábolas para todos os gostos

Este truque das parábolas não tem ciência nenhuma, se quisermos podemos aplicar parábolas a tudo, desde a história da carochinha até aos Lusiadas e transformar livros que foram escritos com um intento noutro completamente diferente. É claro que estes exemplos não serviriam tão bem como a Bíblia pois falta-lhes a diversidade de uma sociedade complexa. Mas se pegarmos num livro como a “Guerra pela Civilização” de Robert Fisk que retrata décadas de guerra nas zona dos Balcãs e Médio Oriente, podemos dizer que estamos a olhar para uma versão actualizada da Bíblia. Ambos retratam a história da mesma zona do mundo, ambos falam de problemas civilizacionais e ambos falam de histórias pessoais.
São ambos livros de História, com a diferença de que na Bíblia não é possível distinguir a realidade da ficção, é como o relato de um pescador: até acreditamos que ele apanhou um peixe, mas estamos quase certos que está a exagerar no tamanho.
Não tenho qualquer dúvida que um bom orador munido simplesmente do livro de Robert Fisk podia fundar  uma religião, recheada de belas parábolas, bastando-lhe para tal, uma audiência suficientemente receptiva e pouco esclarecida.

3. No fim, era a parábola

As parábolas são “armas” poderosíssimas, podem servir para o que quisermos : transformar histórias de amor em violência e histórias de violência em amor.
A Igreja inventou inúmeras parábolas na Bíblia, mas a derradeira parábola na Bíblia, é Deus. Deus existe ou é uma parábola? Deus é um ser omnipresente e omnipotente ou não passa de uma parábola sobre a consciência humana? Porque não reduzir Deus a um punhado de sentimentos: amor, inveja, ódio, etc..?
A Igreja Católica faz as interpretações  que quer e lhe interessa da Bíblia, porque não podemos nós fazer o mesmo e dizer: Deus não existe, é uma parábola! Aliás, para ser justo, há que dar o crédito a alguns teólogos que já dizem (quase) o mesmo.
Dizem eles que: Deus é Amor. Tirando o facto de estarem a fazer  batota e a reduzir Deus a um sentimento quando existem tantos, eles fazem o mesmo que eu :
Negam que Deus tenha inventado o homem e que foi antes o homem a inventar Deus.

 

Nazaré, Setembro de 2009

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“América a Bem ou a Mal”

Para os mais distraídos – e para os mais cínicos – os EUA são um país dito normal ou ocidentalizado, que é um termo muito em moda e que cai sempre bem. A verdade é que os EUA não são um país, são pelo menos dois.

Um que é parecido com a Europa, lúcido e ciente do seu lugar no mundo como um país como qualquer outro, enfim, talvez um bocadinho melhor.

E o outro? Bem, o outro é uma espécie de Europa medieval, furiosamente louca com todos os que não concordam consigo e que TEM de à força dominar o mundo, porque foi esse o destino que DEUS lhes deu. É esse país, de pensamento estranho para nós, – que só reconhecemos no fundamentalismo islamismo e que recusamos aceitar existir noutras latitudes – que tem dominado os EUA nos últimos anos. Este país conhecido como “Bible Belt” deu-nos algumas personagens “simpáticas” como Dick Cheney, Donald Rumsfeld e  George W. Bush que a pretexto de estarem a fazer o trabalho de deus – entre outras desculpas – invadiram o Iraque. São estes e outros como eles que fornecem armamento a Israel porque, como vem escrito na biblia, aquela zona do planeta foi dado aos israelitas por deus e como tal é seu por direito!

Felizmente as coisas estão a mudar com a nova presidência Americana, mas não pensem que podemos ficar descansados. É que enquanto a América “normal” aceitou democraticamente e sem contestação violenta as governações da América nacionalista/religiosa, o contrário não se vai/está a passar.  Basta assistir ao canal noticioso Fox para ver como os nacionalistas estão a reagir MUITO mal à perda de poder. Na Fox passam-se coisas deste género:

“… The only chance we have as a country right now is for Osama Bin Laden to deploy and detonate a major weapon in  the United States…”
Dito por Michael Scheuer, ex-chefe da unidade da CIA de contra-terrorismo responsavel por capturar Bin Laden, referindo-se ao facto de administração Obama ter uma postura muito “soft” em relação ao terrorismo e que vai levar à “derrota” dos EUA.

Quando li, há alguns meses, a previsão do analista Russo, Igor Panarin, sobre a divisão dos EUA em vários países achei que ele era louco, mas agora já não tenho tanta certeza.

Acham que estou a divagar? Se alguém divaga não sou eu, porque (quase) tudo o que aqui escrevi são teorias defendidas no livro “América a Bem ou a Mal” de Anatol Lieven, Tinha da China, 2007 e que nos leva a conhecer o fanatismo nacionalista existente nos EUA. Aconselha-se vivamente a quem esteja, realmente, interessado em conhecer melhor o famoso país do sonho.

Mais em:

Marinha Grande, Agosto de 2009
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Santa Hipocrisia

Na edição de Verão do boletim das paroquias da baixa chiado que podem ler AQUI, o Cónego Armando Duarte admitindo que está a puxar a brasa à sua sardinha apela ao voto em Santana Lopes que, segundo ele, é um homem de palavra, de visão, justo e com vergonha. Mas, apesar de todos estes belos adjectivos,  o principal, e várias vezes repetido, argumento é que “Em 2002, mal tomou posse, o Dr. Santana Lopes recebeu-nos e aproveitou para nos dizer que queria ajudar na reabilitação das nossas igrejas.”.

Acho este apelo lamentável por várias razões:

1. A Igreja – leia-se “instituição religiosa de influência cristã com chefe em Roma” – tem a mania que representa deus na terra, e como tal há muitas pessoas que acreditam que isso é verdade. Os membros de uma instituição que se julga assim tão importante tem de ter muito cuidado com o que dizem, porque há pessoas que julgam que o que eles dizem é verdade absoluta. Apelar aos crentes que estejam atentos à sociedade e que intervenham nas decisões, parece-me bastante bem, apelar ao voto em X ou Y parece-me bastante mal.

2. A Igreja tem a mania que está acima da lei, não gosta de pagar impostos e tem direitos especiais que mais ninguém tem, obtidos através de contratos – concordatas – realizados com o Estado. Não me parece próprio que uma instituição que reclama para si este tipo de privilégios se meta na politica desta maneira. Das duas uma, ou são especiais porque os seus princípios são nobres e altruístas e calam o bico sobre inclinações politicas ou são como todas as outras associações/instituições, dizem o que querem, mas pagam como todos e sujeitam-se às regras da sociedade como todos.

3. A Igreja tem a mania das virtudes e representantes seus vêm apelar ao voto num Playboy! Sim,porque é muito bonito defender as virtudes, mas quando chega o momento da verdade, as virtudes que se lixem, o que interessa é…Dinheiro!
A única razão para se escolher Santana Lopes é porque ele prometeu ajudar na reabilitação das igrejas. Diz a Igreja que a nossa sociedade está condenada à desgraça; é hedonista, materialista, egoísta e esqueceu os valores morais e cristãos. Mas vem o senhor cónego apelar ao voto num indivíduo (que não segue os preceitos morais da Igreja), não porque ele ajuda os pobres ou os desfavorecidos, mas porque ele promete … dinheiro.  Santa Hipocrisia.

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Irão : ditadura ou democracia?

Há algumas semanas fui ver o Persepolis aquando da sua projecção pelo Projecto *Aurora em Rio Maior.

Antes do filme, e como é costume, o mentor do projecto – que tem nome, mas que eu não me lembro – fez uma apresentação do filme onde falou do Irão como ditadura.

Ora bem, no Irão há eleições e como tal falar em ditatura pareceu-me exagerado, uma democracia musculada ainda vá. E para esclarecer essa divergência, fui falar com ele no fim da sessão, e após essa conversa fiquei com menos certeza na minha posição.

Ora bem! Eu não gosto de ficar com dúvidas sobre os assuntos que me passam à frente e vai dai, fui para a Internet à procura de informação mais detalhada sobre o regime Iraquiano. Após pesquisa semi-intensiva na Internet fiquei na mesma e decidi entrar em contacto com bloggers Iranianos para ouvir a opinião deles na primeira pessoa.

Dos vários que contactei apenas um me respondeu, o – ou a? – Tori Egherman do blog View from Iran. Com a autorização dele/a transcrevo aqui os emails que recebi:

“Iran is not a dictatorship because it is not run by any one person or group. Despite all of its draw backs and problems and abuses, Iran does have a constitution and an evolving legal system.

It is more like a government of competing groups of oppressors. Is there a name for this type of government? Not sure. I would not call Iran a democracy just because it holds elections. A democracy needs independent civil institutions and a free press in order to thrive. Iran does not have many independent civil institutions and does not have a free press. In Iran, they joke that “we have free speech. We just do not have freedom after speech.” That’s the case.”

“Iran has a private press, but it is censored and harassed by the powers that be. People generally won’t have problems speaking their minds as long as they do not organize. So you can be on the street talking trash about the system as long as you are only talking to friends or to the butcher or the taxi driver and not trying to organize an opposition movement. There are topics that are off limits such as the Supreme Leader, who is now Khamenei.

If you are being watched by the Intelligence services, you could find yourself in a world of trouble for anything at all: your email, a satellite dish, alcohol. It just depends on how threatened the regime is by you.”

Ficaram esclarecidos? Eu fiquei. 🙂

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Cérebro, para que te quero?

Passou ontem à noite no canal História o documentário “Armas de fraude maciça” sobre a vergonha da cobertura jornalistica da guerra do Iraque.

Para quem não se lembre, todos os meios de comunicação cobriram a história de um único ponto de vista: o ponto de vista da administração Bush. Este documentário mostra a máquina de propaganda que permitiu que isto acontecesse. Desde a integração dos jornalistas nas unidades de combate à diabolização de quem tivesse uma opinião contrária, passando pela ridícula ligação entre a  Al-Qaeda e o Irauqe, tudo foi programado ao milimetro.

Sinto-me hoje orgulhoso de ter sido dos poucos que sempre chamei a atenção para a vergonhosa manipulação que muitos de vocês – o correcto seria: muitos de nós, mas recuso-me – estavam a aceitar de braços abertos.

Esta falta de espirito critico, é triste e não há maneira de desaparecer. Estou a ficar FARTO!

Porque é que as pessoas se recusam a pensar – e depois jogam sudoku para “exercitar” o cérebro?
Porque é que acreditam em TODOS os perigos inventados que vêm em e-mails?
Porque é que acreditam em TODAS as “correntes de sorte” e merdas afins que vêm em e-mails : não acredito, mas pelo sim pelo não vou reencaminhar ?

Por exemplo, esta  mania de dizer mal do governo (seja ele qual for, o que interessa é dizer mal do governo) é absolutamente fantástica. Já por mais que uma vez recebi e-mails a dizer mal do governo, politicos ou outras personagens conhecidas que tive o cuidado de comprovar serem falsos e enviar o resultado da minha pesquisa a quem me enviou o e-mail. O que seria normal, justo e digno de seres pensantes, seria essa pessoa ter o cuidado de enviar um segundo e-mail – especialmente aos outros a quem enviou o e-mail falso – a dizer :

“oooppss, estava enganado. essa informação era falsa.”

Alguma vez receberam um e-mail destes? Eu não! Um e-mail a desmentir uma noticia falsa? who cares!?

Enfim, mas estou a fugir ao tema (este assunto, tira-me do sério). Se puderem, vejam o documentário é bastante interessante – e não obrigatoriamente completamente verdadeiro, claro está!

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A Religião Mete Nojo

Ora ai está. Segundo a última resolução da ONU acabei de cometer uma violação aos direitos humanos! E mais, fi-lo intencionalmente e gratuitamente! Fico agora à espera de ser formalmente acusado.

Pois é, a ONU votou e aprovou o mês passado, uma resolução que condena como violação dos direitos humanos a difamação da religião. A proposta foi apresentada pelo Paquistão mas também foi votada favoravelmente por países cristãos/católicos.

In TVNET Link Indisponível

In Estadão, 27 de Março 2009

AVISO : Nunca me lembro de ter escrito nada tão crú e violento contra a religião e as pessoas que acreditam nelas, mas agora que é “PROIBIDO” faço questão de o fazer. É a vida…

Pela parte que me toca faço questão – mais do que nunca – de dizer mal das religiões. Não passam de sistemas baseados em mentiras e histórias da carochinha.

Que as pessoas acreditem em deus, um ser superior que nos protege/maltrata/domina/ignora, ainda aceito. Agora que acreditem que as religiões e as regras estúpidas que inventaram a partir do nada têm alguma coisa a ver com essa suposta criatura, deixa-me MUITO TRISTE com a pobreza de espírito das pessoas.

A religião já teve, em tempos, motivo para existir. Serviu para manter as pessoas únidas – mais vezes para o mal que para o bem – e para  acalmar medos . Nas épocas em que não havia ciência e nenhum conhecimento da física e da química que movem o universo, a religião era a melhor explicação. Na falta de melhor explicação – era deus. Agora não, o nosso conhecimento sobre o fucionamento das “coisas” é vastissimo e há cada vez menos espaço para explicações sobrenaturais. Existem obviamente muitas coisas por explicar, mas a resposta para elas não é deus, é : Não sabemos!
Não sabemos tudo, e qual é o problema? Acabaremos por saber.. ou não. E qual é o problema?
Essa mania de tentar explicar o que não se percebe  com explicações irracionais – ou  de ignorar as explicações que existem -, já chateia, JÁ METE NOJO!

video:

 

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