Agosto 2013, dia 4: dos Pirineus ao Twilight zone

Mais um dia, mais perto do destino é mais memórias, que na minha cabeça durariam um mês se eu não as escrevesse.

Saímos de Espanha através de puigcerda, passámos o enclave espanhol de Lívia e no fim dos Pirineus, deparamo-nos com a inesperada  "vilefranche_de_conflete" . Interessante as coisas que se escondem nas montanhas.

Deixámos as montanhas e chegamos ao mediterrâneo francês, que para ser o Algarve só lhe falta os ingleses. Mergulho no mar, quente, e toca a procurar campismo.

Aterrámos no "lê, um campismo onde todos se conhecem e onde fomos submetidos a um inquérito exaustivo por parte dos pequenos meliantes locais. Quando souberam que estamos portugueses a que foram elas. Estes malvados que ganharam o euro ! 🙂

No fim da noite, o campismo transformou-se no campismo louco tirado de um filme do tarantino. Se calhar estou a exagerar, mas uma disco night num campismo com TODA a gente aos saltos só pode ser coisa do demo. A meio da coisa, o dj diz cenas, coloca uma música igual às outras e começa tudo no Madison. E nós, claro, toda a brilhar!

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Agosto 2016: dia 3; caminhada aquática no rio Alcanadre

Graças a um livrito inglês de nome "wild swimming" ficámos a saber de um local chamado"salto de bierge". É um açude no rio alcanadre com cerca de 50 metros de largura e 10 de altura.

 "salto_de_bierge" 

Fomos ver a coisa ao vivo ré tão impressionante como no livro. Curiosamente das centenas de pessoas que lá se encontravam, mais de 80 por cento eram sul-americanas, o que nos deixou curiosos. Em conversa com a moça do centro de interpretação de parque natural de guará ficámos a saber que em Barcelona fazem excursões para este público alvo para ir passar o dia ali.

Mas o salto, que se chama salto porque efectivamente se salta, não éo único atractivo zona. O rio é dá para caminhar, e quanto mais sobe, melhor fica. Mais limpo e sossegado. Nós fizemos alguns quilómetros rio acima e valeu a pena como podem ver nas fotos.

Depois saltar, sim também saltei, seguimos rumos a este é acábamos o dia no campismo de gaset com a tenda montada com uma bela vista para a barragem.

 "campismo_gaset"

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Agosto 2016: dia 2, subida ao urbion.

Quando aqui estivemos o mês passado, tentámos subir o urbion mas o tempo não ajudou. Desta vez não escapou.

A João deixou-me do lado oeste "junto" à nascente Douro. Fiz a mesma caminhada da outra vez, mas desta vez não me fiquei pela nascente do Douro e continuei. Bastaram 10 minutos para chegar ao colo da montanha de onde se tinha uma vista excelente em todas as direções. Quem diria que dá pra vez tínhamos estão tão perto.

Dai ao pico urbion foram só mais 15 minutos, mar verdade seja dita, com a chuva que estava da pra vez seria loucura subir os calhaus que levam ao pico.

No regresso voltei pela laguna negra, o local mais turístico da zona. Após refrescar os pés, desci até estacionamento onde me pus à boleia, coisa que não fazia há cerca de 30 anos, pois tinha ficado combinado com a João que ela ia para o campismo e só se eu telefonasse é que ela me ia buscar.

Ao fim de 15 minutos apanhei boleia de um casal de jovenzitos que iam para Vinuesa mas tiveram pena de mim e fizeram mais 7 km para me levarem ao campismo.

O que por acaso era desnecessário porque a João tinha-me enviado uma mensagem a dizer que estava em Vinuesa mas eu só a vi tarde demais.

 "pico 

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Teste de Kayak Insuflável Itiwit 2 da Tribord

Sexta-feira rumámos à Decathlon para usufruir da hipótese que eles dão de testar, gratuitamente e por 48 horas, um kayak.

Saímos de lá com kayak, coletes, pagaias e bomba para encher sem pagar um tostão 🙂

Sábado, fomos direitos ao baleal onde testámos o bicho o resultado foi bastante positivo:

Relativamente prático de transportar na mochila que fornecem, fácil e rápido de encher e curiosamente fácil de arrumar e voltar a colocar na mochila.

Na água, porta-se bem. Graças às 3 “barbatanas” que tem, mantém facilmente o rumo. Eu sei que é das barbatanas  porque experimentei sem elas e o barco parecia que estava possuído pelo demónio sempre aos Ss.

No geral, comparando com kayaks rígidos,  tendo em consideração a facilidade de transporte no carro e o preço mais baixo , é uma boa opção, e, como estava previsto se o teste fosse positivo, ficámos com ele.

O resultado foi este:

Total distance: 3149 m
Max elevation: 0 m
Min elevation: 0 m
Total climbing: 0 m
Total descent: 0 m
Average speed: 17.47 min/km
Total Time: 01:00:05
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Total distance: 5256 m
Max elevation: 13 m
Min elevation: 1 m
Total climbing: 89 m
Total descent: -87 m
Average speed: 18.37 min/km
Total Time: 01:54:25
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TODAS AS FOTOS AQUI

Agora venham as férias para testarmos algures por Espanha e/ou França 🙂

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Por Espanha: dia 7; a caminho do mar

Está na altura de começar a regressar, mas já que temos de regressar, vamos faze-lo com estilo. Ou como quem diz, ao invés de irmos direito a casa fazemos um pequeno desvio e vamos visitar o mar às Asturias 🙂

 

O nosso regresso levou-nos às não muito interessantes cidades de Logrono e Haro e à fantástica aldeia de Bárcena Mayor no meio das montanhas cantábricas.

O dia acabou no belo campismo de La Paz

 

 Barcena Mayor

 Campismo_La_paz

 

 

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Por Espanha: dia 6; nascente do Douro

A prova já acabou mas decidimos ficar mais um dia porque ainda nos faltam ver algumas coisitas.

Começámos o dia com uma subida à nascente do Douro. 1 hora de caminhada de montanha debaixo chuva foi o preço a pagar. De lá até aí pouco do urbion eram só mais 750 metros mas a chuva desencorajou-nos e ficámos por ali. Para que conste a água da nascente do Douro é fresquinha e de sabor agradável.

Total distance: 6197 m
Max elevation: 2116 m
Min elevation: 1756 m
Total climbing: 415 m
Total descent: -414 m
Average speed: 14.41 min/km
Total Time: 01:52:16
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Na descida, ainda fomos ao castro viejo, uma zona de piqueniques rodeada por imponentes rochas. Uma paisagem verdadeiramente fora de série.

O dia ainda deu para ir à laguna negra de urbion, o local mais turístico da zona que, felizmente porque já não havia pernas, se pode fazer de autocarro. E na volta, e pelo preço do estacionamento, ainda fomos visitar o museu do pinhal.

Para acabar o dia ainda vimos a Alemanha a ser eliminada.

Nascente do Douro
Laguna negra de urbion
Castroviejo

 

 

 

 

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Por Espanha: dia 5; último dia de pinar

Acabou hoje o campeonato internacional de pinar com a prova média. Foi mais um terreno recheado de rochas onde qualquer distração fazia perder as contas e consequentemente a posição no mapa.

Foi um belo final para o campeonato num terreno e localização de aproveitar e chorar pois mais.

Após a prova fomos mais uma vez ver as vistas, indo desta feita ao cannon del rio lobos, um belo rincón com um "buraco" numa das rochas que o ladeiam a que deram o nome de "Baldin balcon del diablo" de onde se desfrutam umas vistas espectaculares.

Por fim, ainda tivemos tempo de ir à fuentona, uma nascente que dá acesso a uma galeria de grutas subaquáticas.

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Por Espanha: dia 4; pinar até mais não

Hoje foi um dia grande para quem gosta de pinar (pinhal, entenda-se). Foi dia de prova longa por um pinhal fantástico. Os pinhais por aqui não têm vegetação rasteira (será da altitude?) o que dá uma beleza especial ao terreno. O terreno, muito bom para correr, estava provisão l polvilhado por rochas, muitas e grandes rochas muito boas para esconder pontos.

A prova foi numa antiga zona de acampamento juvenil para filhos de altos funcionários do regime franquista e era bem visível o ambiente militar que se sentiria na altura no local. Se passarem por aqui, vale a pena perder  10 minutos a dar uma vista de olhos. Está indicado como "campismo juvenil" e fica mesmo à entrada de Covaleda.

Prova acabada, mergulho na piscina, pagaiada na barragem e rumo a Sória que não tem muito que ver, mas passa por lá o Douro e os moços tem aquilo bem artilhado de passadiços à volta do dito cujo e fizemos lá uma bela passeata.

 

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Cláudio nas Nuvens