Por Espanha: dias 1 e 2; fiesta

A caminho de Espanha passámos por Amarante para almocinho de aniversário da João com a família e fomos ao aposta delirante comer uma posta maravilhosa. Recomenda-se!

Depois seguimos para burgos, paragem habitual quando vamos Espanha fora. Avisámos o Ruben que íamos dormir casa dele e ele respondeu que burgos estava em festa.

E pronto, nada como começar umas férias com fiesta ainda por cima havia Kepa Junqueira ao vivo. Siga!

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Há dias assim…

Há dias assim, em que as coisas nos correm bem e aos outros um bocadinho menos, mas a verdade é que nem pensei que me estivesse a correr lá muito bem.

Depois de ter chegado à conclusão quais, das dezenas de pedras existentes, eram as 3 que estavam representadas no mapa, foi fácil responder aos dois primeiros problemas.

O problema veio a seguir, quando “reolhei” para as pedras e achei que afinal não eram aquelas…mau! No final, mantive a aposta inicial, mas até ao fim da prova foi uma luta com as pedras e o mapa para decidir quem era quem.

Pelo vistos decidi bem porque o único ponto que falhei, e fui o único nos 10 primeiros a meter o pé na poça nesse ponto, foi uma decisão daquelas irritantes: está no sitio certo ou um metro ao lado? Achei que estava um metro ao lado, mas afinal não. Estava no sítio certo.

Claro que tive a “ajuda” do Luis Sérgio que acertou todos os pontos, mas num dos problemas,  fez asneira a contar as balizas e como tal deu a resposta errada. Mas faz parte do jogo, também já perdi pontos preciosos por asneiras semelhantes em outras provas.

No fim, houve os cronometrados e aí, correu-me bem. Fui rápido e certeiro. Havia um bug no mapa e era preciso rodá-lo, o que não é suposto acontecer. Mas fui rápido a detectar o problema e assumi logo que o mapa estava mal. Qualquer dúvida do género “isto não pode estar errado, sou eu que estou a ver mal” seria o suficiente para perder o 1º lugar, visto que o Luis Sérgio só fez mais 3 segundos que eu.

Resultado? Sagrei-me Campeão ibérico de Orientação de Precisão de 2016. Há que aproveitar e festejar 🙂 , porque a concorrência é renhida e basta um pequeno deslize para perder uma dezena de lugares na classificação e para a próxima quem sabe o que se vai passar.

Mapa da Prova Soluções
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Mais n’O Praticante

Sobre a Orientação de Precisão:

“Originalmente desenvolvida a partir da Orientação Pedestre, a Orientação de Precisão é uma variante da modalidade onde os atletas se deslocam apenas pelos caminhos, daí a designação internacional de Trail-O, e resolvem problemas sobre a colocação de balizas em elementos no terreno.

Desta forma, a capacidade física é secundarizada, o que permite a participação, em igualdade de circunstâncias, de atletas sem limitações e outros com limitações motoras muito significativas. …”

Ler mais: http://dahp.webnode.pt/orienta%C3%A7%C3%A3o-de-precis%C3%A3o-o-que-e-/

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8 dias, 3 tareias e um Cláudio todo contente

 

Foi uma semana de caixão à cova, infelizmente não há muitas assim.

Sábado, 21 de maio:  Estrela Grande Trail

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Rumámos, eu e a João, à Serra da estrela onde no dia seguinte eu ia fazer os 23 km / 1200 m de desnivel positivo da Estrela Grande Trail, a prova com a chancela do Sr Pezinhos, aka Armando Teixeira.

Já não fazia um trail à cerca de 2 anos devido a paragem forçada por lesões e estava um bocado nervoso e mais nervoso fiquei quando ao chegarmos de carro, passámos o Vale do Rossim e vimos Manteigas bem lá ao fuuunnnnddoooo onde seria a partida. Esse mesmo desnível iria ser feita no dia seguinte, mas ao contrário.. e a pé.

No dia seguinte acordámos cedinho e ainda fomos ver a partida dos cromos dos 90km :p antes do pequeno-almoço.

Pequeno almoço tomado, siga montanha acima em direcção ao Rossim. Curiosamente a subida correu bem e cheguei ao Rossim em perfeito estado e muito antes do previsto. Tão antes, que a equipa fotográfica aka João ainda não tinha chegado e não chegou antes de eu sair de lá o que nem sequer estava previsto acontecer. A ideia era desistir ali 🙂

Mas as pernas queriam mais, por isso siga! Foram 5h30 de sobe e desce mas que culminaram numa bela bifana e um par de imperiais que degustei enquanto vi o Tiago Aires vencer a prova dos 90km em grande estilo e a chegar com velocidade e força de quem estava a a começar a prova.

vídeo oficial

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Total distance: 24977 m
Max elevation: 1694 m
Min elevation: 736 m
Total climbing: 1394 m
Total descent: -1416 m
Average speed: 12.38 min/km
Total Time: 05:31:57
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Quinta, 26 de Maio: Canyoning na Ribeira das Quelhas

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Dia de duplo objectivo: Fazer canyoning e conhecer a malta do NEL -Pé na Cascata.

A descida escolhida foi a ribeira das Quelhas  em Castanheira de Pêra, e segundo consta, é a ?única/melhor? descida do distrito de Leiria. E há que reconhecer que é uma bela descida. Muitos rapeis, alguns tobogãs e ainda um ou dois saltos.

Quanto à malta do NEL – Pé na Cascata, ficaram aprovados 🙂
Malta bem disposta e descontraída .. e amiga do convívio e da bifana, como convém nestas coisa. Vocês são uns fixes, “pás”.

TODAS AS FOTOS AQUI

Sábado, 28 de Maio: Rogaining do Sado

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Rumo a Setúbal para uma prova de rogaining, modalidade de orientação onde dispomos de várias horas, neste caso 3 mas há provas de 24 , para fazer o máximo de pontos possíveis.

Eu e o Jorge fizemos a prova em belo passo de “andação” sem stresses e sem nos armarmos em heróis. Nas 3 horas disponíveis fizemos 19 km e cerca de 300 metros de desnivel positivo.

Estiveram na prova cerca de 40 animadas equipas. Foi um dia bem passado, venham mais.

Total distance: 18843 m
Max elevation: 159 m
Min elevation: 2 m
Total climbing: 579 m
Total descent: -579 m
Average speed: 10.47 min/km
Total Time: 03:36:30
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TODAS AS FOTOS AQUI

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Tailândia: dias 9 e 10, de volta à Bangkok

E estamos a queimar os últimos cartuchos. A João tem voo de manhã e eu ao fim da noite.

Aproveitámos para umas visitas a uns museus, mas infelizmente o que consta ser o mais interessante está fechado para remodelação e como tal tivemos de nós contentar com os museus etnográficos/de arte tradicional. E se em Portugal isso quer dizer arte sacra e o Cristo em todas as posições e formatos, lá para aquele lado quer dizer budas e mais budas. Já vi budas que chegue para uma vida inteira :p

Para desenjoar, fomos à procura de muay thai. A João teve azar porque só havia no último dia à tarde depois do voo dela, por isso fui ver sozinho.

Foram seis combates, mas sem lutadores de topo, por isso nada de muito especular, mas ainda deu direito a um ko por cotovelada nos queixos.

Os combates dão muitos rituais com os lutadores a gastarem quase tanto tempo com rezas como à porrada e o acompanhamento musical ao vivo que acompanha o ritmo da luta é muito fixe.
Já para não falar do público a fazer apostas entre eles em tempo real.

E foi o episódio final desta aventura tailandesa que nos levou do caos tóxico de Bangkok às maravilhosas ilhas mais a sul.

Voltar? Talvez, mas sem passar por Bangkok sff.

Por falar em Bangkok, na última noite ficámos no Bangkok Story, um novo e bastante agradável hotel que destoa completamente com o que o rodeia. Ao falar com o moço que estava de serviço, ele explicou-me que os locais passam o tempo nos centros comerciais. Só os turistas é que andam nas ruas :p

E a verdade é que Bangkok só faz lembrar um filme pós apocalíptico em que a população vive no chão junto ao lixo e as classes médias e altas só circulam em edifícios isolados, neste caso pelo ar condicionado, muitos metros acima.

Notei isso bastante nas viagens de barco, via-se nas margens o caos velho e decadente dos edifícios antigos e aqui e ali, varandas de bares/restaurantes com ar moderno.

Bangkok, love it or hate it. Eu fico-me pela segunda opção.

 

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Tailândia: dia 8, Krabi

Com muita pena nossa abandonamos Phi Phi.
De volta à Krabi, ficámos no mesmo alojamento onde tínhamos ficado quando chegámos. Moderno e limpinho por 25 euros. Excelente.

Ao pequeno almoço fomos tomar uns belos batidos de iogurte com frutas onde já os sabíamos maravilhosos. Aproveitámos para perguntar onde podíamos andar de elefante e a moça chamou de imediato alguém que nos pareceu o namorado dela que “curiosamente” tinha um tuktuk e nos podia levar lá.

Maravilha, o moço que falavam um inglês impecável foi o nosso coisa até meio da tarde altura em que tínhamos de ir apanhar o autocarro.

Só precisamos de lhe dizer o que queríamos e ele tratava de tudo. Graças a ele além de irmos conhecer os elefantes ainda conseguimos ir à famosa praia de Railay onde mandámos uns mergulhos no insuportavelmente quente mar.

É realmente de destacar o cuidado que toda a gente tem com os turistas fazendo o máximo dois máximos para que nunca nos sintamos perdidos. Claro que não o fazem pela bela cor dos nossos olhos, afinal estamos a pagar pelo serviço, mas a dedicação com que o fazem é absolutamente inexcedível.

Feita a festa, toca a apanhar o autocarro que nos vão levar ao nosso comboio onde uma cama nos espera para fazermos a viagem de retorno à Bangkok onde chegaríamos na manhã seguinte.

O que parecia vir a ser uma tortura de 2,5 horas à espera na estação pelo comboio transformou-se num flash de 30 minutos graças ao atraso do autocarro e ao facto de ele, ao contrário dos que nos fartámos de insistir com a moça dos bilhetes que não falava um cú de inglês, nos ter deixado no centro da cidade e não na estação.

 krabi

 

 

 

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Tailândia: dias 5,6 e 7: Krabi – Ko Phi Phi – Krab

Assim que chegamos ao porto para embarcar ficamos com a sensação de estar no filme do DiCaprio. É só malta loira e nova de mochilas às costas em busca da melhora praias e melhores spots para mergulhar/snorkelar.

A chegada à ilha revela-nos um novo mundo de frenesim. Parece o movimento de Bangkok mas em versão boa. Restaurantes, oferta de passeios de barco (de todos os tamanhos), de mergulho, lojas de bugigangas, e muita gente. E tirando os chineses, anda tudo calmo e silencioso.

Não sei quem é que inventou o mar com cor de Berlenga e temperatura da minha banheira, mas teve uma boa idea. Apesar de não ser transparente em todo o lado, quando é transparente, é mesmo. Fizemos duas viagens de barco pelos arredores. Fomos ver a praia do DiCaprio, várias praias de macacos e alguns belos spots de enorme king.
Eu ainda fiz uma bela caminhada a atravessar a ilha e um fantástico passeio de kayak.

Total distance: 2883 m
Max elevation: 30 m
Min elevation: 1 m
Total climbing: 49 m
Total descent: -47 m
Average speed: 14.06 min/km
Total Time: 00:45:00
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Pelo meio ainda fui pescado para fazer uma demonstração dos meus dotes como malabarista do fogo, performance que foi recompensada com dois copos de algo que deve ser o equivalente tailandês do whisky.

Agora temos duas horas de regresso de volta à Kapri que vamos aproveitar para descansar :p

 Ko Phi Phi

 

 

 

 

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Tailândia: dia 4, baía de Phang Nga

Como combinado hoje foi dia de visita ao parque natural da baía de Phang Nga.

Sempre tive curiosidade de visitar um mangal, um ecossistema que sempre me fascinou. Este tem a particularidade de ser rodeado de enormes ilhas/penhascos que lhe dão um ar saiba mais fascinante.

Foi um excelente dia a ver bicharada que normalmente só se vê no Nacional Geographic: macacos à boa vida na praia,  salteadores do lodo entre outra bicharada de menor relevo.

Foi um dia a não esquecer com paisagens a figurar no meu top 3 de factor uau.

Viagem feita, e fomos entregues mesmo a tempo de apanhar o autocarro para Krabi onde vamos conhecer as famosas ilhas.

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Tailândia: dia 3, algures no meio dos mangais

O nosso comboio chegou pontualmente ao destino onde rapidamente arranjamos transporte para phang nga onde foi dador do expresso e entrar na empresa de turismo que faz passeios de barco a motor e de Kayak nas ilhas por aqui. Contratamos um serviço de um dia que incluía ir para uma ilha, jantar lá, dormir, pequeno almoço, passeata nas várias embarcações, almoço e regresso.
A ida foi num long tail mangal afora à medida que se iam desenhado altas ilhas no horizonte.

Para nosso espanto começamos a ver ao longe casas junto ao horizonte com  se houvesse ilhas onde fosse possível construir. Das que vimos nenhuma o permite, são todas verticais.

Na verdade é uma cidade flutuante, mais exactamente assente em estacas, construída no séc xviii por pescadores emigrantes muçulmanos numa altura em que a lei tailandesa não deixava estrangeiros possuem terrenos.

É um povoado bastante curioso é mais curioso é que não ia ninguém da empresa de turismo connosco no barco e não havia ninguém à nossa espera. Lá fomos nós feitos turistas de mochilas às costas num lugarejo onde ninguém fala mais que 3 palavras de inglês à procura no nosso alojamento. Não foi fácil mas lá conseguimos ájuda a encontrar o nosso belo bungalow onde à hora combinada apareceu uma moça para nós fazer o jantar.

Ver se amanhã não se esquecem de nós :p

 ko panyi

 

 

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Tailândia: dias 1 e 2, Bangkok

Bangkok tem o charme das grandes cidades asiáticas: poluição, cheiro a feitos por todo o lado, confusão de trânsito, lojas especializadas nos mais variados produtos, desde vassouras a motores de carros, por todo o lado.

Também tem inúmeros, e de todos os tamanhos, mosteiros budistas. São bonitos? São sim senhor, alguns são verdadeiramente fascinantes. Chegam para compensar o caos urbano-poluitivado? Eh pá, depende. Para a João sim, para mim não.

Mas claro, não deixa de ser interessante conhecer as realidades pouco interessantes que existem por este mundo fora.

Mas por agora vamos mudar de cenário.

Estamos neste momento no comboio a caminho das ilhas, onde vamos procurar a praia do Leonardo de Caprio e u vou dormir porque da ao 21h00 e só chegámos amanhã às 7h00

 algures

 

 

 

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Tailândia: dia 0, dia de aviões

São lindos os aviões por dentro. Gosto mesmo muito, especialmente depois de estar 10 horas dentro de um :p

E a dificuldade de tentar dormir entalado entre duas pessoas à esquerda e à direita outras duas à frente e atrás. Parece tetris humano com cada um a tentar ocupar o espaço deixado livre pelos outros.

Estou certo que se deus soubesse que íamos arranjar maneira de dar a volta ao mundo dentro de uma lata de sardinhas tinha feito o mundo mais pequeno.

Enfim… Só espero que a Tailândia seja mais bonita, e espaçosa, que os aviões que nos levam lá 🙂

 

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Cláudio nas Nuvens