Marrocos: dia 3, meknes e chegada a fes

Hoje chegámos a meknes para o primeiro grande “embate” com Marrocos, em Meknes tem mais de um milhão de habitantes.
A medina de meknes é gigante, escura, com aspecto velho e em muitas partes cobertas. Nada a ver com a de Chefchaouen.
Numa das laterais fica a praça em frente ao palácio imperial (na foto) onde decorria um mercado e onde o que mais nos surpreendeu foi um “combate” de boxe entre garotos de cerca de dez anos, com direito a apostas.
Seguimos para fez já de noite e nos cerca de 60 quilómetros de viagem devemos ter passado umas operadora l operações stop, uma constate em Marrocos.
A chegada a fez foi épica! Seguindo o GPS a todo o vapor entrámos pela medina adentro 200 metros até ficarmos entalados. Fomos socorridos pela equipa de tradutor+arrumador+carregador+amigos entre outros peões que nos ajudaram a fazer marcha atrás, estacionar e chegar ao alojamento. Tudo por um preço justo, claro.
Seguimos o nosso carregador medina adentro até chegarmos à rua principal…
Lembram-se de ter dito que a medida de meknes era grande? Ahahah, pobre inocente!

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Marrocos, dia 2: chefchaouen

Chegámos a chefchaouen ainda com luz. A cidade branca e azul na encosta da Montana oferece uma bela vista.
Entrámos no caos e parámos onde conseguimos. O plano era procurar o das antonio, o alojamento mais bem cotado no Booking e ver se ainda havia quarto (não sabíamos se íamos cá passar a noite por isso não reservámos).
Con a ajuda do maps.me fomos à caça o que nos levou a atravessar a medina (cidade antiga), a nossa primeira da viagem. Ruas estreitas, muitas pessoas, cheiros e lojas fazem um enorme labirinto inclinado que dá gosto atravessar. No fim, o prêmio: um quarto no dar Antônio. Conhecer o famoso Antônio (italiano), ver o quarto, estacionar mais perto com a ajuda imprescindível dos arrumadores, comer uns cuscuz,e está o dia feito.

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Marrocos, dia 2: de Ceuta a jebah a chefchaouen

chegámos cedo à foi fronteira e só com dois carros à nossa frente o que se traduziu em meia hora (e muitos carimbos) para entrar em Marrocos.
A entrada por Ceuta é triunfante e calma. Uma excelente estrada leva-nos pela costa ao longo de uma costa de mar tranquilo e translúcido. Aqui e ali belas casas do um ar de férias e boa vida.
Ao fim de uma hora afastamos-nos da costa para ir a tetoun onde para grande sorte nossa era o dia do mês em que os berberes descem da no montante para ir vender os seus produtos. Quem nos disse foi o senhor de mota que se cruzou connosco por total casualidade!
Fomos lentos a perceber a tanga. Só D demos por ela quando passados 10 minutos o moço continuava a dar-nos explicações de como chegar à medina. Tanga apanhada, num momento em que ele ia à nossa frente, ele saiu da rotunda e a dizer-nos para o seguimos, nós saímos na saída anterior e tandem da cidade que nem chegámos a visitar.
Voltámos à costa e continuamos até jebah, bela terrinha piscatória onde se comia sardinha assada como se não ouvesse amanhã. Nós ficámos pelo tajin de peixe.
Depois começámos a subir a serra em direção a chefchaouen onde estamos agora.
A paisagem é rural e pouco habitual para nós europeus. Há muita gente a fazer-se transportar de burro, mas aldeias as feiras estão ao longo das ruas e os clientes ocupam toda a estrada fazendo a travessia das aldeias uma aventura. Mas terras maiores, maior o caos e a confusão e a necessidade de uma condução de mestre de Kong fu.
Em chefchaoue a coisa acalma. Apesar de muito carro e confusão, há passeios inteiros e as pessoas não precisam de andar no meio da estrada….
(Continua..)

 

 

 

 

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Marrocos, dia 1

E eis que o dia que há tanto tememos ia chegando hoje, mas eis que ao último telefonema que a bateria permitiu lá conseguimos uma pensão miserável onde dormir. Carrito, ainda não é hoje que fazemos companhia durante a noite.
Ceuta não é grande e pelos vistos hoje é um dos festivo para os muçulmanos e os marroquinos vieram em peso às compras a Ceuta. Resultado: está tudo mais que cheio.
Mas voltemos um bocado atrás, ontem descemos até Tavira onde passámos a noite na mui bela pousada da juventude, que por 30€ o quarto duplo é um achado.
Foi levantar e seguir para Algeciras onde após ignorarmos vários moços que queriam que parrássemos o carro para nos tentarem vender bilhetes fomos directos à bilheteira da frc, e duas horas depois: África!
Quer dizer, isto é continente africano mas é como se estivéssemos na península (como eles aqui dizem) mas com um bocadinho mais de muçulmanos.
E por hoje está feito. Amanhã logo de manhã, atacamos a fronteira.

 

 

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Bálticos, dias 12,13 e 14: vilnius e arredores

Estabelecemos base em casa da Gyta e passámos os últimos dias a “molengar” por perto. Vilnius é uma cidade calma com muito espaço. Ruas largas e Praças arejadas. Este fim de semana tivemos as festas da cidade. 4 ou 5 palcos com concertos a tarde e noite todas. Muitas bancas de comida e muita, muita gente. Na sexta foi dia de início de aulas e os pais estão dispensados do trabalho para irem com os filhos à apresentação. Fomos ao super mercado comprar umas buchas para o almoço e a cerveja ficou na caixa porque neste dia não se pode comprar álcool no super-mercado… mas pode-se beber na festa… Enfim, segundo percebemos uma lei de um governo que tem uma ministra da saúde que diz que a SIDA é um castigo de deus.
Ainda deu para ir fazer um treino de orientação num bosque perto numa zona com pouca visibilidade e que dificultava a leitura do mapa. Simpático, mas faltavam pedras 😀.
Fomos ver um museu do kgb e ficámos a conhecer um bocado melhor a história do pais. Sem contar invasões anteriores, a Lituânia fazia parte do acordo secreto entre Hitler e Estaline como ficando para os soviéticos. Estes com a desculpa de proteger a Lituânia dos alemães, colocaram cá tropas que acabaram por invadir a Lituânia e impor o regime comunista. Posteriormente Hitler quebrou o acordo e invadiu a Lituânia, tornando-a palco de guerra entre os invasores. No fim da guerra continuou sob domínio soviético até ao fim do regime em 1991. Isso tudo com muitas deportações e e execuções à mistura..
Este fim-de-semana houve um Lituânia-Escócia em futebol e acho até não ficou ninguém de guarda. Vieram todos, e de kilt passadinho a ferro.
Também deu para ir fazer uma visita ao castelo de Trakai que fica numa ilhota em um dos milhentos lagos da zona.

 

 

 

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Bálticos, dia 11: de volta a Vilnius

Hoje é dia de voltar a vilnius e reencontrar a Gyta.
Pelo caminho ficou a visita a uma antiga base de mísseis nucleares da união soviética. Para a sua construção trouxeram soldados da eslovenia para evitar que a informação sobre a base fosse divulgada. Na zona ninguém sabia da base nem dos seus 4 mísseis apontados à Europa.
Passámos também pela famosa colina das cruzes. Dezenas ou centenas de milhares de cristos crucificados. Já tinha visto fotos, mas não há foto que dê uma imagem correcta do local. Foi várias vezes destruída pelo regime soviético mas novas cruzes eram colocadas até que foram finalmente abandonadas as tentativas de destruir o local (não sei se ainda durante i regime soviético ou depois)
E por fim Vilnius, a Gyta e … Dormir.

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Bálticos, dia 10: de novo até à fronteira

Apanhámos o ferry em klaipeda para chegar à quase-ilha que protege toda a baía onde se encontra klaipeda. É uma longa faixa de terra com acesso ao mar do lado lituano mas que a meio tem fronteira com o exclave russo de Kaliningrado onde liga ao continente. Claro que fomos até à fronteira ver o que se passava e ao aproximar-mo-nos, a pé, da fronteira levámos com um guarda fronteiriço lituano de dois metros que nos disse “impossible” quando dissémos que andávamos só a ver se vistas.
Esta quase-ilha representa mais de metade da costa lituana e para aceder, além do ferry, tem de se pagar 5 euros (20 no verão) o que a torna numa zona de acesso só a alguns o que se pode ver no aspecto das casas.
É um pequeno paraíso com uma longa praia de areia branca ao longo dos seus +-40 quilómetros e com dunas com mais de 50 metros de altura.
Andamos por aqui a molengar o dia todo e depois seguimos para a costa e avançámos uns quilómetros para o interior que amanhã é dia de ir ter com a Guyta a Vilnius.

 

 

 

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Bálticos, dia 9: ponta pé Kolka

De levantar ao mergulho no mar não param 5 minutos. Se vierem para estes lados, recordem o nome deste alojamento: Pilava. Seguimos viagem até Kolka, a ponta mais a norte na Letónia ocidental que fica dentro de um parque natural com praias de sua branca e fina rodeadas por pinhal. Ao entrar na praia vimos avisos sobre como lidar com as focas, mas infelizmente as dos avisos foram as únicas que viemos l vimos. O mar aqui é igual ao mar em todo o báltico, sem ondas, sem sal e sem profundidade. Mergulho e siga. Nesta zona vive uma das minorias com menos indivíduos da Europa, são cerca de 200 e chamam-se Vills (se não me falha a memória) e era a tribo que existia nesta paragem antes de chegarem os letões. Passámos por aldeias deles mas não notámos nada de diferente além das bandeiras. Continuamos em direção à Lituânia onde vamos ficar esta noite. Pelo caminho muitas cidades portuárias, muitas igrejas ortodoxas, e alguns apontamentos interessantes como a sala de concertos de sabesrlácomoéqueaquilosechamava podem ver na foto tirada do interior. O dia acabou em Liepaja onde amanhã vamos apanhar o céu ferry para ir visitar a coroa da costa lituana.

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Bálticos, dia 8: Riga e costa a oeste.

Riga como qual qualquer capital tem muito para ver. Passámos o dia praticamente todo a passear “calmamente’ e a aproveitar as vistas. Claro que, sendo Riga uma cidade portuária, não faltavam os cruzeiros e as hordas de turistas. A cidade é muito grande, pelo menos quando comparada com Tallin o a torna menos cutchicutchi. A melhor maneira de a visitar é subir à torre da igreja… Qualquer coisa… De onde se consegue ver-lá toda 😁. Enfim, para dizer a verdade não foi uma visita que me entusiasmou muito. Acho que não se devem visitar várias capitais de seguida. Começam a perder o encanto. Além disso começo a ficar muito farto de ver self-sticks.
Ao fim da tarde saímos em direção a oeste pela costa. Voltámos aos intermináveis pinhais e praias onde o mar teima em não passar do joelho por mais que se ande
Agora estamos em Roja num belo alojamento de onde se sai descalço para o mar que está a cinquenta metros atrevés de um belo pinhal.

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Bálticos, dia 7: de Saarema a Riga

Hoje deixámos Saarema e com ela, a Estónia em direção a Riga na Letónia. Fizemos alguns paragens pelo caminho para visitar uma territas e chegámos a Riga já de noite. Parámos mesmo no centro e em poucos minutos encontrámos uma rede wi-fi e com ela e a ajuda do Booking um hostel a meia dúzia de passos e com um quarto à nossa espera. Não é o quarto mais jeitoso do mundo, mas a esta hora não se pode ser esquisito.
Riga é mais uma cidade a aproveitar o turismo ao máximo. São inúmeros os bares com música ao vivo, as esplanadas, cobertas e que ocupam muitas das gigantes praças, parecem de uma instância de verão, coloridas e barulhentas.
Amanhã vamos dar uma volta pela cidade sem barulho. Vamos ver qual a sensação que fica.

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Cláudio nas Nuvens